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Eike Batista já defendeu Dilma Rousseff como a “Margaret Thatcher do Brasil”

E teve a coragem de dizer isso antes de Margaret Thatcher morrer

Era junho de 2008. Lula estava tentando emplacar uma sucessora e via em Dilma Rousseff, sua ministra da Casa Civil, essa pessoa. E é lógico que todos os bajuladores do petismo iam na onda, ainda que precisassem, para tanto, falar enormes bobagens.

Eike Bastista se dispôs ao papel. E descreveu Dilma como uma Margaret Thatcher brasileira. Justificativa do bilionário: a petista sabia “colocar o setor privado em competição“.

Oito anos depois, Dilma Rousseff seria cassada da Presidência da República. Após sabotar a competitividade do setor privado subsidiando empresas próximas do governo, que aniquilavam a concorrência, ainda que para entregar péssimos resultados.

Thatcher, coitada, não merecia essa comparação.

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