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13 de abril de 2012

Gabriel Chalita: um afeto milionário

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por Flavio Morgenstern

Chalita e Padre Fabio Gabriel Chalita: um afeto milionário

Gabriel Chalita (PMDB-SP, ex-PSB, PSDB, PDT etc) está na disputa pela prefeitura de São Paulo e ele é especial, tem todo o seu jeitinho. É difícil imaginar um candidato que cause mais piadas ao se analisar sua trajetória. Infelizmente, algumas delas são milionárias.

Gabriel Chalita conseguiu uma grande vitória no começo deste ano: era desconhecido por “apenas” 48% dos eleitores paulistanos (frisando que se trata da cidade mais rica e populosa do país). Seu então concorrente mais direto, Fernando Haddad (PT-SP), era desconhecido por 59% dos eleitores. O candidato do PT, ex-ministro da Educação, começou a eleição patinando entre 1 e 2% das intenções de voto. É um retrato bem claro do que o PT se tornou na maior cidade do hemisfério. Chalita, com as graças dos números, começou na frente.

O ex-deputado nunca pareceu ter muito tino para fidelidade partidária ou mesmo ideológica. Passeando de partido em partido como se não existisse amanhã, Chalita, ex-secretário da Educação de Alckmin (um secretário da Educação mais conhecido do que um ministro da Educação, foi isso mesmo que vocês leram) picou a mula do ninho tucano em busca de mais holofotes em partidos menores.

Em um movimento apressado, mudou para o PSB e, mal esquentando a cadeira (como mal esquentou a cadeira de vereador paulistano, rapidamente tornando-se deputado), aceitou o convite do PMDB para disputar a prefeitura paulistana neste ano, durante uma quizumba que deixou todos os analistas confusos com os possíveis nomes de cada partido para o pleito, coroada por trocas de partidos e até partidos novos. A dança de troca de pares fez com que dois suplentes pedissem a cassação de seu mandato. A tática de estar sempre do lado de quem está ganhando já era conhecida de ACM, que nunca esteja junto aos perdedores. Para Chalita, sua ambição de derrotar o adversário saiu cara: a festinha acabou mal quando José Serra, nome retumbante, surgiu como candidato do PSDB – fazendo com que personagens em que se apostava para o segundo turno virassem bicões de segunda importância. Incluindo Haddad e Chalita.

Recentemente, angariou apoio do PSC (não é o do Eymael). Afirmando que ‘valores cristãos’ são fundamentais para prefeito, deu um show de lógica digno de um professor de Filosofia que escreve sobre auto-ajuda, como mostra a Folha:

“Chalita (…) negou que a eleição municipal deste ano será pautada por questões ideológicas.

‘A gente não quer transformar um Estado laico em um Estado religioso’, disse o deputado, que é ligado a “Cancão Nova”, ala carismática da Igreja Católica. (…)

Nesta sexta-feira, Chalita recebeu o apoio do PSC, partido que tem diversas lideranças religiosas em sua direção. ‘O Estado brasileiro é laico e a primeira pessoa a transformar o Estado em laico foi Jesus Cristo’, disse o vice-presidente do PSC, Pastor Everaldo. (…)

Diante das referências, o vice-presidente da República, Michel Temer, usou uma imagem bíblica em seu discurso. ‘O PSC vem vindo com o PMDB para fazer a multiplicação dos votos. Não só a multiplicação dos votos, como ele vai nos dar muitos cestos e muitos votos’, disse o atual padrinho político de Chalita.

Ou seja: nada de questões ideológicas, apenas valores cristãos. Nada de discussões religiosas, apenas um Estado laico conforme assim o transformou Jesus, como diz o Pastor Everaldo. O milagre da multiplicação logo ficará mais claro, mas por ora, o máximo que conseguiu foi uma aproximação com o PP de Paulo Maluf, para render uns bons 2 minutos a mais de propaganda na TV – embora, enquanto isso, nem ex-assessor seu parece estar muito interessados em apoiá-lo nessas eleições.

Porém, afinal, Chalita é, digamos, “conhecido”. Haddad também é um pouco: é famoso pelo kit-gay e pelo desastre do ENEM. Chalita tem uma vantagem clara: é mais conhecido como escritor. Publicou mais de 60 livros em 42 anos de uma vida atribulada, dividido entre a advocacia, a docência e a política. Um marco recorde. A maioria de seus livros são infantis, com letras grandes e imagens para se colorir, como O Pequeno Filósofo. Alguns escritos “nuns 15 minutos”, como o próprio autor afirma. Segundo informantes no Paraíso Celestial, até o próprio Deus teria começado a duvidar de Si próprio ao tentar ler sua bibliografia. Convenhamos, é um motivo até mais interessante para ser conhecido por 52% dos eleitores.

Esta fama, entretanto, já lhe rendeu alguns embaraços pouco republicanos. Um absurdo, porém não tão custoso, foram imagens suas, com nome e mensagens de seus livros (como “trabalhar é transformar sonhos em realidade” ou “gestos de gentileza, mesmo pequenos, são poderosos”), foram transmitidas pela TV Minuto, o “canal” das TVs do metrô de São Paulo. As mensagens tinham o título de “Gentileza”, nome de um dos livros de auto-ajuda de Chalita, com um grande G, de Gentileza (e “Gabriel”) formado por pétalas. As inserções começaram a circular no mesmo mês em que a pré-candidatura de Chalita à Prefeitura de São Paulo foi oficializada, o que fez com que o metrô, empresa sob administração do governador Geraldo Alckmin, pedisse a retirada das propagandas.

Não foi a primeira vez que suas “mensagens” edificantes passaram pelo fio da ética. Como Secretário da Educação, fez alarde em seu site, como puxador de votos do PSDB daquele ano, de ter criado o programa Canal do Saber, para passar conteúdo via satélite para 5.306 escolas públicas. Pequeno problema: R$ 4,08 milhões foram usados para compra de parabólicas, nunca entregues. O fato foi averiguado por auditoria interna da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação) – não fora pelo PiG ou por manchetes sem lastro, portanto. Tudo está em reportagem da Folha (só para assinantes) que já comentamos aqui:

Gestão Chalita deixou rombo de R$ 4 milhões – Fundação para o Desenvolvimento da Educação cobra verba referente a 3.233 parabólicas pagas (…) Auditoria interna da FDE (Fundação para o Desenvolvimento da Educação), órgão ligado à Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, identificou um rombo de R$ 4,08 milhões, fruto de contrato assinado em 2006 para fornecimento de antenas parabólicas, durante gestão do então secretário Gabriel Chalita, no governo de Geraldo Alckmin (PSDB). A FDE foi à Justiça cobrar a devolução do dinheiro ao erário. Entre os citados a pagar o valor está o ex-diretor Milton Dias Leme, que disse em depoimento ter sido convidado para o cargo, após entrevistas, por Chalita (…) A fundação assinou, em janeiro de 2006, contrato para fornecimento de 5.500 antenas e 5.500 receptores para implementar nas escolas estaduais o projeto Canal do Saber, que reproduziria programas educativos de TVs para os alunos. Antes mesmo da comprovação de que as antenas haviam sido entregues, houve um aditamento, em 27 de abril de 2006, de mais 1.375 antenas e 1.375 receptores. Tudo deveria ser entregue, de acordo com a ação, até 3 de julho de 2006, e os equipamentos seriam pagos até 30 dias após o recebimento. “Todos os valores devidos à contratada, inclusive o aditado, foram pagos, e esta não entregou os equipamentos na sua integralidade”, sustenta a fundação na inicial do processo. Segundo levantamento da FDE, foram pagas, mas não entregues, 3.233 antenas e 4.695 receptores. Apesar da contratação total de 6.875 antenas e 6.875 receptores, São Paulo tinha cerca de 5.300 escolas. Candidato a vereador, Chalita foi escolhido para ser o “puxador” de voto do PSDB para a Câmara neste ano. Em seu site, ele cita como realização de sua gestão a “implantação do Canal do Saber nas 5.306 escolas, levando programação exclusiva à rede estadual de ensino”. Pelos materiais pagos e não entregues, a cobrança é de R$ 4 milhões, em valores já atualizados. Mas a FDE também teve um custo de R$ 4,6 milhões para a produção dos programas e mais R$ 2,5 milhões para a transmissão via satélite…”

(grifos nossos)

Não foi um caso isolado. Chalita também usou helicópteros públicos sem licitação por 15 vezes, prática considerada ilegal pelo Ministério Público. Não há relatos do que foi resolvido dessa encrenca:

“Secretário de Alckmin voa sem licitação – Quatorze dias depois de assumir a secretaria da Educação, em 9 de abril passado, Gabriel Chalita, 33, determinou acontratação de serviços de locação de aeronave (helicóptero e jatinho) com dispensa de licitação. O serviço foi executado 15 vezes, entre os 23 de abril e 14 de agosto deste ano.

O secretário explicou que a dispensa de licitação ocorreu em razão de o preço de cada um dos trechos voados ser inferior a R$ 8.000_ valor mínimo estabelecido pela Lei das Licitações (8.666) para fazer concorrência pública.

Para o Ministério Público, a prática é ilegal. No relatório anual, enviado às secretarias, o Tribunal de Contas do Estado condena essa prática, chamada de “fracionamento” de licitação, que é a contratação constante do mesmo objeto sem concorrência pública. O secretário voou de jatinho e helicóptero para 28 cidades do interior paulista. Pelo menos 12 vôos foram realizados para cidades localizadas a menos de 150 quilômetros da capital, onde fica a sede da secretaria. As viagens somam, segundo Chalita, R$ 79.399,67 (uma média de R$ 4.000 por trecho voado) (…)

A Folha teve acesso aos dados do Sigeo (Sistema de Informações Gerenciais da Execução Orçamentária do Estado), programa que registra os gastos do governo mensalmente. Os dados mostram que, entre janeiro e junho deste ano, a Secretaria da Educação gastou R$ 170.126,00 com locação de veículos e aeronaves, mais do que dobro gasto no mesmo período do ano anterior. Só no mês passado, a despesa somou R$ 117.485,00 (…)

 Nas palestras, cujo principal tema é a “educação pelo afeto”, o secretário _que é um orador fluente_ recita poemas, letras de música e compromete-se a acabar com medidas da gestão anterior, tidas como impopulares pelos professores. No final, a platéia aplaude e as professoras se aglomeram para cumprimentá-lo e tirar fotografias ao seu lado. (ver texto abaixo). O livro “Educação: a solução está no afeto”, escrito por Chalita, já vendeu 14 mil exemplares e está entrando na sexta edição. Desde que ele virou secretário de Estado, as vendas aumentaram 30%, segundo a editora Gente, responsável pela publicação (…)”

Vôos gastos para promover a “Educação pelo afeto”? Com pouca demonstração de afeto pelo dinheiro público (ou afeto demais), até o absurdo da propaganda indevida no metrô vira questão de somenos importância. Aliás, o programa iria passar mensagens educacionais como aquelas da TV Minuto?

Chalita, aliás, até em Nova York tenta enfrentar seu rival, contra o qual parece não ter um resquício de chance. Verena Fornetti, na Folha:

Em palestra em Nova York, o pré-candidato à Prefeitura de São Paulo Gabriel Chalita (PMDB) elogiou políticos do PT e criticou o ex-governador José Serra (PSDB), seu rival na eleição.

Que tal agora um pouco de aula de Estética com um professor de Filosofia?

Ele ainda ressaltou a sua origem simples, no interior, e comparou a aparência das favelas nos morros cariocas às encostas da Grécia “Meu pai chorava muito na minha formatura [em filosofia]”, contou. “Minha mãe respondia: não sei o porquê dessa choradeira. Ele fez uma coisa que a gente não sabe para que serve.”

Chalita também defendeu a melhora na segurança em São Paulo e citou o Rio de Janeiro como exemplo bem-sucedido no combate ao crime. “O que está acontecendo no Rio é que essas favelas [pacificadas], agora em segurança, atraem turistas do mundo inteiro.”

“Algumas favelas se localizam nas áreas mais bonitas da cidade, então as pessoas estão comprando esses barracos e transformando em casas. Analistas dizem que várias dessas favelas estão parecendo com a Grécia pela beleza do oceano, pela montanha e [por] como as casas vão ficando bonitas.”

Uma recomendação: é bom que Chalita deixe essa visão de que as favelas do Rio têm mais segurança do que a capital que diminuiu cerca de 20 posições em taxas de homicídio nos últimos 15 anos para suas palestras em Nova York. Um comentário desses em um debate eleitoral em São Paulo fará com que a platéia não consiga segurar o riso. Também pode comparar as favelas cariocas com a Hélade e encabeçar comparando o Tietê ao Sena ou ao Tâmisa, mas igualmente não é aconselhável.

Mas sendo honestos, o que deixou Chalita mais conhecido nos últimos anos foi o auto-plágio que fez para ter dois mestrados. Ainda na Folha:

O primeiro mestrado de Chalita, em ciências sociais, foi defendido em 1994. Três anos depois, ele obteve o título de mestre em direito. Cerca de 75% da segunda tese é uma reprodução da primeira. Os dois capítulos principais, além da conclusão do trabalho, são idênticos.

Chalita afirmou, por meio de sua assessoria, que a sugestão de aproveitar no mestrado em direito o trabalho apresentado anos antes veio de seu orientador, o hoje desembargador Luiz Antonio Rizzatto Nunes.

“Trabalho idêntico não poderia ser”, afirma Nunes, que diz não se lembrar muito bem da orientação a Chalita. “Não tenho como fazer a avaliação em abstrato. (…) Desse jeito que você está falando eu não lembro, não faço ideia.”

O painel do leitor também deixou uma mensagem curiosa de Nicola Granato:

Que o deputado federal Gabriel Chalita (PMDB) é um saco de vento, todo mundo sabe (menos os que compram seus livros), e a reportagem da Folha sobre o autoplágio para obter mestrado prova isto.

Agora já sabemos como ele fez o milagre da multiplicação do século XXI. Resta saber, como pergunta a mãe de Chalita, pra que serve tudo isso. A resposta está no novo apartamentinho que Chalita comprou. Está em duas notas de Mõnica Bergamo (apenas para assinantes):

DOCE LAR 1 – Gabriel Chalita, secretário da Educação e um dos mais prestigiados da equipe do governador Geraldo Alckmin, está de casa nova. Ele comprou um deslumbrante dúplex, de 1.500 m2, numa das esquinas mais charmosas de São Paulo, a da rua Rio de Janeiro com a avenida Higienópolis. A cobertura tem até uma piscina e uma das vistas mais lindas da cidade. O imóvel custa mais de R$ 4,5 milhões. O secretário diz que negociou o preço e deu imóveis que recebeu de herança como parte da negociação.

DOCE LAR 2 – Chalita diz que tem uma coleção de 15 mil publicações que vai levar para o lugar.”

Lembraram do metrô de Higienópolis e do churrascão da gente diferenciada? O deputado Afanásio também achou estranho, e pediu investigação, como mostra essa outra nota:

“O deputado estadual Afanázio Jazadji (PFL) entrou com requerimento no Ministério Público do Estado de São Paulo questionando a variação patrimonial do secretário da Educação, Gabriel Chalita, e a compra de um apartamento de R$ 4,5 milhões, revelada pela Folha no começo do mês. Do círculo pessoal de Alckmin, Chalita é um dos cotados para o governo do Estado em 2006 (…)

Imóvel luxuoso – Na representação, foram anexadas cópias do “Diário Oficial”, onde foi publicada a declaração de bens do secretário. O patrimônio dele passou de R$ 741.413, em 2000, para R$ 1.928.576, em 2002. Afanázio Jazadji, que faz parte da base governista de Alckmin, questiona a origem dos recursos para a compra do imóvel, localizado em Higienópolis, um dos bairros mais nobres de São Paulo.

Segundo coluna de Mônica Bergamo, na Folha, o apartamento é um dúplex, com piscina, e tem 1.500 metros quadrados. “Só estou questionando como ele comprou o imóvel. Disse que vendeu outros herdados. Isso não consta da declaração. Pelo que sei ele vem de uma família humilde do interior paulista“, disse Jazadji. A assessoria de imprensa de Chalita não comentou a variação patrimonial do secretário. Em nota enviada à Folha, disse: “A representação tem motivação política e é baseada em informações falsas. Isso fica claro numa simples consulta ao cartório de imóveis”. Também não informaram qual o valor pago pelo apartamento na capital.”

Agora deu para entender para que serve fazer faculdade de Filosofia no Brasil, não é? Garanto que se Chalita valorizar em 4 anos meu barraco em 10% do que seu patrimônio se valorizou em 2 anos, meu voto será dele para todo o sempre!

 

Flavio Morgenstern é redator, tradutor e analista de mídia. É conhecido por 1% dos eleitores paulistanos and counting. No Twitter, @flaviomorgen

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8 Comentários

  1. maria21 de abril de 2012 às 21:10

    Gabriel é um homem de Deus, um cara gentil e solidario. INVEJOSOOOOOOOOOOSSSSSSSSSS.

  2. Thiago18 de abril de 2012 às 03:41

    Ahhh claro! Porque existem favelas com UPP em todo o Estado do Rio de Janeiro! Todas estão “pacificadas” né?

    Niterói é uma calmaria só, assim como Caxias e outras cidades pelo Estado!

    Fala sério! Os traficantes continuam com o tráfico de drogas, só não estão armados… sim, é uma evolução, mas e os crimes relacionados ao tráfico (furto, roubo, latrocínio e outros)? Para o alexandre só existe a violência do traficante contra a população oprimida pelo “governo paralelo”

    E sabe o que acabei de lembrar? Das milícias! Tem um bom tempo que não vejo nada sobre essas… vai ver, os milicianos resolveram se aposentar né?

    É, não tem jeito, quando querem acreditar em algo, não existem fatos que façam a diferença…

  3. alexandre16 de abril de 2012 às 19:16

    Quem diz que as favelas cariocas não estão seguras devem estar com saudades da época que tinham bandidos armados por todas as vielas, bocas de fumo funcionando a todo o vapor, a polícia era recebida a tiros, tribunal do tráfico decidindo a vida das pessoas. Isso existem nas favelas com UPP ? Que eu saiba não. Existe resistência de alguns bandidos que ainda estão em algumas favelas mas nada se compara a que existia antes. Falar que as favelas hj estão mais inseguras do que antes da UPP é muita má fé.

  4. Thiago16 de abril de 2012 às 12:19

    Pessoal, nem questiona o alexandre sobre esse assunto… ele acredita na propaganda do governo!

    O mais interessante, é que ele deve ser daqueles que fala sobre a mídia corporativista manipuladora e golpista, que quer fazer lavagem cerebral no povão…

  5. A Carioca (no trampo)16 de abril de 2012 às 08:22

    Favelas cariocas mais seguras?? A Rocinha que o diga!

  6. bedot16 de abril de 2012 às 01:58

    Favelas cariocas ficaram mais seguras, é? Ou apenas se tornaram um entreposto consentido de drogas?

    Leia as notícias recentes sobre Niterói e vc vai ficar sabendo o tipo de política segurança que o bobão do Chalita tá elogiando.

  7. alvaro15 de abril de 2012 às 03:31

    Letra G formada por pétalas? Mas que coisa graciosa. Será que ele aprova o kit-gay do Haddad?

  8. alexandre13 de abril de 2012 às 21:27

    Sobre as favelas cariocas se transformarem em Grécia, é um exagero. Mas que elas ficaram mais seguras, isso é verdade.

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