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A histeria da esquerda contra a terceirização parece ter esquecido o que Dilma defendia

“É urgente regulamentar o trabalho terceirizado no Brasil!”

Desaprendendo como deve agir na oposição, a esquerda passou a de fato debater a “terceirização” apenas após a votação vitoriosa para o governo Temer, que queria uma legislação mais flexível para este tipo de contratação. Agora, basta a sanção presidencial para que passe a valer.

Mas o Implicante, que não tem por hábito fugir de debates, topa o embate. E convida alguém ainda querido pelos esquerdistas para opinar. Nada menos do que Dilma Rousseff. Mas não essa que está aí tentando encontrar um rumo após ser cassada. E, sim, a de abril de 2015, que ainda jurava que jamais cairia por impeachment.

Dilma Rousseff destacava que era urgente aprovar um projeto de lei para a terceirização:

Que ele seria importante também para oferecer algum tipo de segurança jurídica para os empresários brasileiros:

No único ponto em que ela parece discordar do PL aprovado agora pela Câmara Federal, a presidente cassada queria algum nível de diferenciação entre atividade fim e atividade meio. Mas não chegou a esclarecer como seria esse tratamento diferenciado. No projeto a ser sancionado por Temer, ambos foram regularizados.

Durante as discussões, a oposição acusou o governo Temer de tirar direitos dos trabalhadores. Alegando que estavam todos mantidos, os governistas respondiam cobrando da oposição exemplos de direitos retirados. Fato é que o governo Dilma, que queria a terceirização, acreditava que era possível aprová-la sem a perda desses direitos.

E que isso seria feito na base do diálogo, e não com essa histeria esquerdista que tomou das redes sociais desde então.

Na parte que ela erra feio, promete estar na presidência durante toda a tramitação do projeto.

É… Não deu.

Fonte: Perfil oficial da presidente cassada

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