Blog

A velha tática: com as chances reais de João Doria em 2018, a esquerda aumenta os ataques

E também, claro, com a queda de outros tucanos.

Não chega a ser uma “estratégia” no sentido mais belo e profundo da palavra, mas sim uma tática tão velha que ninguém mais se espanta: basta alguém despontar do outro lado que a esquerda começa a atacar de todas as formas possíveis e imagináveis – mesmo quando não há razão alguma.

E isso acontece agora com João Doria.

Realizando uma gestão aprovadíssima em São Paulo e também beneficiado pelo clima de total descrença na classe política, não demoraria para que aparecesse nas pesquisas presidenciais. Com as delações da Odebrecht atingindo boa parte dos maiores nomes do PSDB, tudo se acentuou.

Este é o exato momento em que os ataques começam a ficar generalizados e muitos sem qualquer cabimento, sendo que vários deles invariavelmente vem dos já famosos “setores” da imprensa que todos bem conhecemos. E aí começa aquele festival de análises exageradas, comparações esdrúxulas, ridicularizações de todo tipo e assim por diante.

Há um pequeno problema: essa turma usa réguas e valores do esquerdismo, e a tática tende a dar chabu. Porque tudo que a esquerda odeia em Doria é justamente o que o povo mais gosta nele, como já analisamos aqui.

O resultado prático talvez seja o oposto. Afinal, ele ainda não é conhecido em todo o país e essa exposição, especialmente vindo de quem vem, tem mais chances de render votos do que rejeição.

Mas é isso. De agora em diante, o foco da esquerda – e dos tais setores de sempre – será João Doria.

Mais Lidas

To Top