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Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte: “pichador tem que ser perseguido”

Ele está correto.

Imagem: TV Cultura

Em São Paulo, João Doria passou a enfrentar os pichadores de forma direta, como quase nenhum antecessor o fez. Imediatamente (alguém surpreso?), a esquerda tomou partido. E (de novo, alguém surpreso?) o partido errado. Ficou ao lado dos pichadores.

Pesquisa recente mostra que 97% dos paulistanos são contra pichações, o que dá ideia de quão positiva foi e vem sendo a ação do prefeito paulistano.

E a “moda” parece que pegou, pois o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS), adota termos similares. Segue trecho de entrevista concedida ao jornal O Tempo:

“Na gestão anterior, tivemos uma perseguição ao “pixo”. Gostaria de entender como o senhor pensa o “pixo”.
Mas pichador tem que ser perseguido.

O senhor tem certeza que quer afirmar isso?
Pichação é diferente de grafitagem. A grafitagem é uma coisa bonita. Estamos lançando um projeto bacana (o Projeto Profeta Gentileza). Agora, ficar rabiscando a parede da cidade, sou contra. Por isso quero grafitar. Ocupar o espaço com arte.

Não entende o “pixo” como uma forma de expressão?
Eu não consigo ler aquilo. Posso ser mais burro que os outros. Se algum dia alguém me explicar, estou disposto a aprender. Mas não tenho a menor ideia de que expressão é aquilo…” (grifamos)

Positivo, sobretudo, que ele tenha mostrado a certeza e reafirmado seu repúdio ao “pixo”.

Fonte: O Tempo

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