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Caso Míriam Leitão: a esquerda sempre ataca jornalistas, mas “autoritária” seria a direita

Foram diversos casos.

Em primeiro lugar, é importante registrar que, para o esquerdismo, o “controle da mídia” é ponto basilar, fundamental. E isso nada mais é que a pura e simples censura, travestida de mecanismos de regulação econômica. Já na essência, portanto, a esquerda é CONTRA a liberdade da imprensa.

Para além disso, e mais gravemente, há casos e mais casos de ataques a jornalistas. Não depredação de sedes de veículos (já fizeram algumas vezes), mas agressões físicas a profissionais.

Ficando apenas em casos mais destacados e recentes, citemos o ocorrido com a repórter da Folha em fevereiro de 2013:

“A jornalista Daniela Lima, que registrava a movimentação, foi chutada por um militante e xingada por outros, que estimularam a agressão. Para interromper o tumulto, um apoiador do PT abriu espaço para que a profissional se afastasse do grupo e fosse auxiliada pela segurança”

No final do ano passado, Caco Barcellos foi agredido em manifestação de servidores da Alerj, conforme imagem abaixo:

E é sempre necessário rememorar o fatídico caso do cinegrafista Santiago Andrade (foto), que morreu quando blackblocs jogaram sobre ele uma bomba – os acusados agora vão a júri popular, segundo decidiu o STF.

O caso de Míriam Leitão, como se vê, não é algo isolado. Daí, pergunta-se: então os profissionais de comunicação, especialmente da imprensa, são contra a esquerda? Claro que não. Para muitos, a direita que é “autoritária”.

Mas em eventos ou manifestações mais à direita NENHUM JORNALISTA É AGREDIDO. Nada. Nunca.

Ainda bem que, para o resto da população, já está claro qual lado defende a imprensa livre e a integridade física dos profissionais, e qual os ataca de forma sistemática e constante.

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