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Com Doria, carnaval de SP quatro vezes mais patrocínio, mais blocos e menos gastos públicos

O aumento do número de blocos foi de 28% e a verba privada aumentou mais de quatro vezes, chegando a R$ 15 milhões.

A esquerda sempre usou como trunfo uma suposta hegemonia nas festas populares, como se somente as gestões esquerdistas garantissem bons eventos desse tipo. Como se vê, e para desespero da rapaziada canhota, a coisa não é bem assim.

Sob Joao Doria, a prefeitura de São Paulo conseguiu R$ 15 milhões em patrocínio privado – para efeito comparativo, o governo anterior, do PT, obteve R$ 3,5 milhões, arcando com outros R$ 10,5 milhões em verbas públicas.

E havia menos blocos, também. O aumento para este ano é de quase um terço; especificamente, segundo informa o governo municipal, serão 28% de blocos a a mais, totalizando 391.

A prefeitura divulgou ainda alguns outros números:

“Infraestrutura e segurança – O carnaval de rua 2017 contará com 14 mil diárias de banheiros químicos, que serão espalhados pelas vias da cidade onde os blocos irão desfilar. No ano passado, foram 8.108 diárias. Haverá 1.506 funcionários para limpar as ruas após a passagem dos blocos, em um investimento de cerca de R$ 2,5 milhões com varrição. No ano passado, foram 1.282 funcionários de varrição.

Foram credenciados gratuitamente 8 mil ambulantes, que irão receber kits de venda com colete, credencial e isopor. O número de vendedores autorizados mais do que dobrou em relação a 2016, quando 3.775 ambulantes foram credenciados. Apenas residentes do município de São Paulo e maiores de 18 anos puderam participar do cadastramento neste ano. Os vendedores receberam treinamento e irão poder comprar produtos da marca patrocinadora por um preço especial.

Haverá 385 agentes vistores e de apoio, somadas equipes da Prefeitura e dos patrocinadores do evento – no ano passado, 130 agentes fizeram o trabalho de combate ao comércio irregular. A Prefeitura irá montar 48 postos médicos e serão disponibilizadas 365 ambulâncias de remoção (122 a mais em relação a 2016) e 209 ambulâncias com UTIs (87 a mais), além de serviços regulares do Samu. O evento terá ainda o apoio de 1.220 bombeiros.” (grifamos)

O carnaval é uma festa popular importante, mas não por isso também não poderia ser a ele aplicados os princípios da eficiência numa gestão. Pois sim, é perfeitamente factível realizar uma boa festa para o povo sem que haja gastos públicos exorbitantes – e sem diminuir o tamanho da festa; ao contrário, aumentando-o.

Como sempre dizemos, imagine a cara dos esquerdistas agora. E parabéns ao povo de São Paulo pela festa maior e com menos gastos.

Fonte: Prefeitura de São Paulo

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