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Condenação no TSE confirmaria que Dilma Rousseff não foi legitimamente eleita em 2014

Se isso acontecer, a conclusão é inevitável.

Foto: Fabrice Coffrini / AFP

Hoje, não se discute mais a procedência ou não das acusações, mas sim a tragédia – ou não – que seria uma condenação da chapa. O que se pondera, portanto, não é a existência de dinheiro ilegal, mas sim o impacto institucional da cassação. Os fatos já não são mais negados, portanto.

E que fatos são esses? Ora, o financiamento ilícito de uma campanha, inclusive as dos partidos aliados. A pena é a cassação, porque segundo a lei eleitoral uma eleição assim não é considerada legítima.

Desse modo, e já pra lá de confirmados os fatos, podemos considerar sem qualquer medo algo que é até óbvio: a eleição de Dilma Rousseff em 2014 não ocorreu dentro das regras.

Talvez o TSE use alguma saída “salomônica”, mantendo Michel Temer no cargo. Mas será quase impossível deixar de reconhecer a ilegalidade das contas da campanha, o que não muda nada quanto ao ponto principal.

E enterra de uma vez por todas a ideia de que o impeachment tirou do poder uma pessoa eleita de forma legítima.

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