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Corte de 50% na verba pública para o desfile das escolas de samba é obviamente um acerto

Prova de que a medida é correta: a esquerda ficou contra.

Foto: Marco Antonio Cavalcante / Riotur

O país todo passa por uma enorme crise que exige sacrifícios de todos os setores, o que atinge salários, aposentadorias e outros direitos pra lá de fundamentais. Obviamente, os cortes atingiriam também verbas culturais, como o repasse feito pela Prefeitura do Rio de Janeiro à LIESA (Liga Independente das Escolas de Samba).

Segue post de Marcelo Crivella, já voltamos:

É o óbvio. Em primeiro lugar, não se trata de um corte total (poderia ser, aliás), mas de 50%. Além disso, não é um corte NO CARNAVAL, mas num único evento, fechado e pago, chamado “Desfile das Escolas de Samba”.

Os detratores da medida alegam que o evento gera bilhões à cidade, o que justificaria o investimento. Mas não apresentam a conta do quanto é recolhido estritamente por conta dos desfiles; afinal, entre TODOS os turistas no Rio em tal feriado, certamente a exígua minoria comparece aos desfiles da Sapucaí.

Para além disso, se realmente a específica festa gera tantos dividendos, não será problema investir nela para ganhar retorno – com venda de bebidas e ingressos, além dos direitos para transmissão. Pois é, talvez as coisas não sejam bem assim.

E a esquerda, como não poderia deixar de ser, está contra. O esquerdismo não perde uma oportunidade de perder uma oportunidade.

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