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Efeito Trump: quanto mais a imprensa fizer campanha contra Bolsonaro, mais ele crescerá

Parece que a velha mídia brasileira não aprendeu nada com o exemplo dos EUA.

Todos sabem o que houve nos EUA no ano passado, é fato notório, mas ainda assim a imprensa nacional insiste no mesmo erro. O exato e mesmíssimo erro. Então, vamos lá explicar o básico.

Não, não foram “fake news” que elegeram Donald Trump. Vários fatores concorrentes explicam seu sucesso, que incluem o momento propício a um “outsider” (há isso também no Brasil), mas que tem como grande destaque a violenta – e quase totalmente desonesta – campanha feita pela imprensa.

A estratégia mocoronga se baseia na seguinte ideia (agora, comprovadamente furada): ao ser atacado de forma incessante, todos acharão que se trata de um monstro. Perfeito, não? Claro que não. Dá sempre errado. Isso porque os ataques infundados SÃO SIM descobertos pelas pessoas normais e, diante disso, elas passam a ficar do lado do atacado (vítima). Simples assim.

E a grande imprensa, formada por corporações gigantescas e zilardárias, acabam transformando-se elas próprias nas vilãs da coisa toda.

Soma-se a isso, sem dúvida alguma, o fato de que apontavam como defeito, em Trump, muitas características existentes em milhões de potenciais eleitores e aí fica até fácil compreender as razões do resultado eleitoral.

Aqui, por incrível que pareça, as coisas seguem o mesmo rumo. A velha mídia ataca Jair Bolsonaro usando expedientes nada louváveis, e com isso, pouco a pouco, ele passa a ser visto por todos como uma vítima dos grandes grupos de comunicação – e se mesmo um bilionário conseguiu ser colocado em tal papel, será ainda mais fácil algo assim acontecer no Brasil.

No mais, é provável que continuem fazendo isso. Há fatores que somam quanto a isso: arrogância de não achar que dará errado, o “efeito bolha” a não fazer com que percebam a inocuidade dos ataques, e também a ignorância quanto ao fato de que tal campanha atrai as atenções de potenciais eleitores.

É a dica de sempre: não vale fingir surpresa em 2018.

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