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Entenda por que uma nova Constituição Federal será terrível para a esquerda e ótima ao país

No geral, o que é ruim para a esquerda é bom para o Brasil, mas este caso é ainda mais forte.

Recentemente, abriu-se o debate sobre uma nova Assembleia Constituinte, a fim de estabelecer uma nova Constituição Federal para o Brasil. A ideia foi defendida pelo Estadão, em editorial que endossamos, mas vem sendo discutida em praticamente todos os meios políticos. Vamos por partes.

A Constituição é a Lei Maior, ou seja, estabelece garantias e deveres aos cidadãos e governantes, bem como estipula limites e nortes para quaisquer outras leis. Não se pode legislar contra a constituição, nem decidir judicialmente, nem nada.

Nossa Carta Magna (sim, há muitos nomes para o documento) é de 1988, elaborada por parlamentares eleitos em 1986. O PMDB, graças ao “milagre” do Plano Cruzado (que depois afundou), foi o grande campeão nacional naquelas eleições. E não foi pouco: com exceção de Sergipe, todos os demais governos estaduais foram vencidos pelo partido. Isso, claro, refletia-se também na formação do Congresso Nacional.

Com essa maioria avassaladora, e somada a outros representantes de partidos mais à esquerda (como PT, por exemplo), nossa Constituição Federal foi praticamente erguida sob alicerces esquerdistas. Lembrando que fala-se aqui da esquerda de meados de 1980, ainda defensora da União Soviética e outros absurdos.

Assim, estabeleceu-se um sem-número de garantias que jamais poderiam ser (e nunca foram) cumpridas. Mais que isso, foram inseridos inúmeros detalhes completamente irrelevantes ou incabíveis para uma Constituição Federal, como estipular juros mensais limitados a 1% ou estabelecer o Colégio Pedro II como subordinado ao governo federal.

Tecnicamente, é um desastre; ideologicamente, é uma catástrofe.

A convocação de nova Assembleia Constituinte, sobretudo nesta altura do campeonato, seria ótima para o país, justamente por colocar fim em boa parte das esquerdices de nossa Lei Maior. Sobretudo com as ideias conservadoras e liberais hoje mais francamente defendidas e apoiadas em tribunas de grande alcance.

Ou alguém realmente acha que os esquerdistas fariam maioria? Claro que não. E é por isso que eles temem, mais do que tudo, uma nova Constituição Federal.

E também é por isso que defendemos.

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