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Lava Jato: a impressionante teoria sobre os números “2606” do email atribuído a Dilma

É de Paulo Briguet, publicada no Jornal de Londrina.

A marqueteira Mônica Moura, mulher de João Santana, revelou que havia um email pelo qual se comunicava com Dilma. E fez isso trazendo provas. O endereço seria [email protected], e foi escolhido pela própria Dilma Rousseff.

Especulações dão conta de que Iolanda seria referência à esposa do ex-presidente Costa e Silva, que governou o Brasil em parte do regime militar. Não é certeza, obviamente. E ainda mais misterioso é o tal número. Seria uma data? Seria um endereço?

Pois é agora que entra a teoria do escritor Paulo Briguet, publicada no jornal Folha de Londrina. Vejam o trecho:

“Mas por que o número 2606? Como em todos os enredos policiais dignos de leitura, esse detalhe também possui um significado. Na madrugada de 26 de junho de 1968 (26.06), a VPR lançou um ataque contra o Quartel General do II Exército, no bairro do Ibirapuera, em São Paulo (…) Eram 4h30 da manhã. O soldado Mário Kozel Filho estava de guarda no instante em que uma caminhonete foi lançada contra as paredes do quartel, enquanto o motorista saltava do veículo em movimento. Os 20 quilos de dinamite que estavam no carro explodiram, causando destruição em um raio de 300 metros. Seis militares ficaram feridos. Kozel teve o corpo despedaçado e morte imediata”

Checamos e de fato Mario Kozel Filho foi assassinado pela VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) no dia 26/06/1968, durante o governo de Costa e Silva. E, sim, Dilma Rousseff era da VPR. Claro que pode ser apenas uma terrível coincidência, e o Implicante prefere acreditar nisso. A confirmação da tese exposta seria algo absurdo e além de qualquer limite razoável.

Aguardemos, pois, a explicação. O problema é que, para explicar-se, Dilma precisará primeiro admitir que de fato usava o email.

Fonte: Folha de Londrina - Paulo Briguet

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