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Lava Jato: autenticado por cartório, email atribuído a Dilma pode realmente complicá-la

Em primeiro lugar, não se trata de um ‘print’, mas de Ata Notarial extraída em cartório.

A esquerda, ainda em processo de negação (já são anos, é inacreditável!), preferiu tratar um documento trazido por Mônica Moura como mera bobagem. Seria, por assim dizer, um “print” de tela, algo bobo, que não provaria nada, poderia ser feito por qualquer um.

Não é nada disso, por óbvio. Trata-se de uma Ata Notarial, extraída em cartório, com valor documental fortíssimo. Mas vale explicar como funciona.

É preciso que o conteúdo SEJA ABERTO no cartório, para que então eles certifiquem a autenticidade, extraindo assim o que se chama “Ata Notarial”. Seria, guardadas as proporções, como autenticar um documento, e tal procedimento é usado em conteúdos que possam suscitar polêmicas quanto à autoria ou veracidade. É o caso, portanto.

Vejam a certificação de autenticidade, obviamente não foi algo feito em casa:

Para além disso, trata-se de uma conta “Gmail”, que tem por característica armazenar TODOS os registros de acesso, login etc. Todos. Uma perícia até relativamente simples atestará se de fato a conta foi acessada do Palácio do Planalto ou qualquer outro computador da presidência.

Parte da narrativa de negação é calcada na pura idiotice, é claro. Mas há também os que a adotam para, caso haja condenação, dizer que tudo ocorreu “apenas por um print”, culpando assim o Judiciário de “perseguição” etc.

Conhecemos o roteiro desse filme. E já não convence mais ninguém.

No mais, trata-se de prova documental válida, de poder comprobatório fortíssimo. Se de fato a marqueteira fala a verdade, a coisa está realmente complicada para a ex-presidente.

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