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Mais vandalismo: para “defender” a arte de rua, militantes destroem obra do artista Kobra

A máscara caiu.

Que o Brasil é o país da piada pronta, ninguém tem mais dúvidas, bem como também se trata de conhecimento público o fato de a esquerda ajudar sobremaneira essa fama. Mas às vezes a coisa passa um pouco do limite.

Hoje cedo, foi noticiado que a GCM flagrou o filho de um diplomata vandalizando monumento na Sé. Agora, mais essa: sob pretexto de fazer uma intervenção “em favor” da arte de rua, militantes destroem obra do grafiteiro Kobra, um dos mais reconhecidos do mundo. Pode parecer algo somente bizarro, mas há nas entrelinhas uma explicação reveladora.

Ora, a esquerda NUNCA GOSTOU COISA NENHUMA de arte de rua. Nunca! Tanto que, quando a gestão do partido amado apagava algum, eles ficavam era bem quietos. A gritaria de agora é somente pelo fato de o governo estar nas mãos de um adversário – e os urros se intensificam à medida que percebem o apoio popular.

Ao vandalizar uma obra, deixam clara e irrecorrível a seguinte verdade: estão nessa por conta do partido, não da arte. Afinal, qual verdadeiro defensor do grafite exerceria sua “defesa” justamente o vandalizando.

Caiu a máscara.

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