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Na Câmara, o PT foi o único partido a votar contra a impressão do voto na urna eletrônica

Foto: José Cruz

No Senado, após perceber a derrota, mudou de lado.

Dilma vinha de uma boa sequência de vitórias quanto à manutenção dos próprios vetos quando a Câmara passou a analisar o argumento de que a impressão do voto nas urnas eletrônicas seria cara demais para os cofres públicos. O PT foi o único partido a exigir dos seus deputados que votassem pela manutenção, o que resultou numa goleada de 368×50 para a oposição.

Quando chegou a vez de o Senado se pronunciar, o Partido dos Trabalhadores percebeu a enrascada em que havia se metido e, num primeiro momento, liberou a bancada. No momento seguinte, posicionou-se como oposição à presidente. Resultado: por 56×5, volta a obrigação de impressão do voto nas urnas eletrônicas.

Foto: José Cruz

Urnas Eletrônicas | Foto: José Cruz

Agora é aguardar o STF, o “puxadinho do PT”, se posicionar. Em tentativas anteriores, a Suprema Corte decidiu em alinhamento com os interesses petistas. Mas o parecer tucano, que acusa a estrutura eleitoral brasileira de ser inauditável, pode pesar contra. Além, claro, da pressão popular, cada vez mais desconfiada da transparência das nossas eleições.

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