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21 de dezembro de 2015

A turma do “Fora, Cunha” vai gritar “Fora, Renan”?

Como mostramos há pouco, o STF decretou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Renan Calheiros, que por sua vez é Presidente do Senado. Somam-se a isso os aliados e afilhados políticos nos demais escândalos recentes (fiquemos só com os recentes). Seria o bastante para que a rapaziada do “Fora, Cunha” gritasse “Fora, Renan”, não é mesmo?

Claro que não. Porque essa rapaziada não está nem aí para a ética ou para a moralidade de quem preside uma casa legislativa. O importante, para eles, é a relação dessa pessoa com o governo Dilma. Se é opositor, pedem para sair; se é aliado, deixam quieto ou até mesmo aplaudem.

Eles são assim.

21 de dezembro de 2015

STF quebra o sigilo do novo parça de Dilma, Renan Calheiros

Dilma Rousseff tem um novo grande aliado (que já foi, já voltou, mas parece que agora continua “fondo”): Renan Calheiros, presidente do Senado Federal. Essa parceria, “amor eterno / amor verdadeiro”, ficou ainda mais acentuada quando o STF decidiu que também cabe ao Senado o tal “juízo de admissibilidade” sobre processo de impeachment. Na prática, Renan pode arquivar mesmo depois de passar na Câmara. Além disso, o neo-amigão também ganhou pontos – e mostrou a “nova” lealdade – ao desafiar publicamente Michel Temer.

Pois é… Mas acontece que o MESMO Supremo, vejam só!, autorizou autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Calheiros, de 2010 a 2014. E alguns de seus afilhados políticos são investigados por desvios na Petrobras e no Postalis (fundo de pensão dos funcionários dos Correios).

O que teria unido Dilma a Renan?

21 de dezembro de 2015

Foi só virar inimigo de Dilma e começaram a surgir denúncias contra Temer. Notaram?

Seu nome praticamente não aparecia em noticiário algum. Quando muito, citação protocolar ou menção anódina. Esse, aliás, sempre foi o perfil político de Michel Temer: discreto, articulador, homem de bastidores. Mas a coisa mudou, e de forma abrupta, assim que rompeu oficial e publicamente (ainda que de maneira involuntária esta segunda parte) com Dilma Rousseff.

Menos de uma semana depois, vejam que coincidência!, começaram a pular denúncias, acusações, ataques e aquilo de sempre. Mantida a escrita tradicional, em pouco tempo a militância começará a pedir a cabeça do Vice-Presidente, e se bobear fazem até passeata com cartaz e aquela coisa de sempre.

Michel Temer - tática governista

Não há mais nem cuidado em revelar táticas. As estratégias outrora discretas são evidenciadas de forma descarada. E o recado é muito claro: quem se colocar contra o governo vai sofrer as consequências.

21 de dezembro de 2015

Lula joga a culpa em Zé Dirceu sobre indicações na Petrobras

Em depoimento à Polícia Federal, o ex-presidente Lula atribuiu a José Dirceu, então Ministro-Chefe da Casa Civil, a responsabilidade pelas nomeações de diretores da Petrobras. Vários desses executivos da companhia foram presos no curso da Operação Lava Jato – e o próprio ex-ministro também o foi.

O dado curioso é que o próprio Dirceu, em seu depoimento, NEGOU a nomeação de diretores, como no caso específico de Renato Duque.

José Dirceu - Lula

E agora?

Leia mais: Intimado pela PF, Lula agora joga a bucha para Dilma

21 de dezembro de 2015

Carnaval de Olinda terá bonecões do Japonês da Federal e de Sérgio Moro

E o país da farra abre espaço para a “folia engajada”, justamente com duas figuras que a militância de esquerda (tradicionalmente envolvida nos engajamentos variados) talvez não considerem agradáveis.

Um é o “Japonês da Federal”, alcunha popular do agente da PF Newton Ishii. Outro será Sérgio Moro, juiz da Operação Lava Jato. O responsável pelas homenagens é o artista Leandro Castro, que já fez bonecão para, entre outros, também Joaquim Barbosa.

O artista Leandro Castro modelando o bonecão do "Japonês da Federal"

O artista Leandro Castro modelando o bonecão do “Japonês da Federal”

Newton, o agente da PF que caiu nas graças do povo, recebeu até mesmo uma marchinha (por sinal muito boa). Se alguém ainda não viu, confira agora:

21 de dezembro de 2015

Claro que a nomeação de Barbosa para a Fazenda preocupa MUITO os investidores

Digamos que a situação do governo Dilma perante o mercado não era das melhores. Ok, vamos falar o português claro: era a pior possível. Credibilidade no chão, sem perspectivas, sem qualquer mínima demonstração de capacidade administrativa, sem votos no Congresso para passar qualquer reforma e assim por diante. Como já dissemos aqui, era (e é) na prática uma “gestão zumbi”. Um governo morto que só esqueceram de enterrar.

Mas eis que Dilma Rousseff faz o que melhor saber fazer: piorar situações já suficientemente ruins. Joaquim Levy pede o boné (nem ele aguentou) e a presidente nomeia para o Ministério da Fazenda ninguém menos que Nelson Barbosa, que foi secretário do ministério na época de Guido Mantega, o exato mesmo período em que o país desceu a ladeira.

Em suma: imaginem um incêndio que se iniciou por explosão de gás, aí chega um bombeiro pretendendo apagar o fogo jogando um botijão desse mesmo gás sobre as chamas.

Dilma Rousseff - Petrobras

Foi o que fez Dilma. E o mercado reagiu.

21 de dezembro de 2015

Nova proposta do governo Dilma pode resultar em mais impostos, menos empregos e mais inflação

Entre tantas frases mentirosas, a campanha de Dilma Rousseff para a reeleição soltou ao menos uma verdadeira, que se tornou um grande mote: MUDA MAIS. Não era mentira, de fato. As mudanças continuam, mas são mudanças sempre para pior. Muito pior.

A bola da vez é fazer o ajuste de contas por meio do aumento de arrecadação, sem corte efetivo de gastos ou aumento da eficiência do estado. Na semana passada, o Secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, defendeu mudança na forma de cobrar PIS e Cofins, estabelecendo novas categorias. E, sim, na prática será um aumento na cobrança (regra de ouro: nunca um governo muda qualquer metodologia de cobrança tributária se não for para aumentar a arrecadação).

Na prática, as empresas pagarão mais impostos, o que elevaria o custo dos produtos e serviços (aumento na inflação) e o corte de despesas (desemprego). O governo Dilma pretende combater a recessão aumentando a recessão.

Dilma - PIS Cofins

O “Muda Mais” era verdade. Muda sempre, muda mesmo, muda para pior.

21 de dezembro de 2015

Equipe de Cristina Kirchner saqueou prédios públicos antes de sair do governo

A esquerda sulamericana é delinquente, isso todos sabemos. Mas ainda assim não deixa de causar espanto o nível dessa delinquência. Chegaram a roubar perfil em rede social (é sério: meterem a mão numa conta que era do governo!) e agora também afanaram equipamentos eletrônicos.

Câmeras, celulares, computadores e até aparelhos de telefone fixo! Roubam no macro e no micro, são a um só tempo mafiosos e trombadinhas.

Cristina Kirchner - Dilma Rousseff - Lula

E também isso serve de exemplo para comprovar que não lutam pelo povo nem por nada além de si próprios.

19 de dezembro de 2015

E agora, Dilma? Comissão aprova corte de R$ 10 bilhões no Bolsa Família

Durante a campanha, Dilma Rouseff disse que o programa Bolsa Família estaria ameaçado na hipótese de algum adversário ganhar as eleições. E a tática suja foi repercutida, alardeada e muito pouco questionada. O que aconteceu? Ela ganhou as eleições sem contar ao povo a dimensão da crise e, agora, será preciso cortar R$ 10 bilhões justamente do programa que os adversários cortariam.

O corte já havia sido anunciado, avisamos aqui no Implicante, e agora foi aprovado em caráter oficial.

Pois é. Não existe milagre em economia: se um governo gasta mais do que tem e é incompetente o bastante para causar uma grave crise econômica, as contas em algum momento precisarão ser ajustadas e aí é sempre o povo que pagará – seja por meio de impostos majorados, seja por cortes em programas sociais ou benefícios correlatos.

Dilma Rousseff - TCU - Pedaladas Fiscais

Uma tragédia anunciada. E o nome dessa tragédia é Dilma Rousseff.

19 de dezembro de 2015

Em novo joguinho para celular, é preciso ajudar Dilma a desviar de obstáculos

A produtora Tupinikin Tecnologia lançou um jogo para celulares chamado “Corre, Vilma!”, que faz óbvia e direta alusão a Dilma Rousseff. No joguinho, é preciso correr com a “Vilma” para que ela escape do impeachment, desviando de obstáculos e afins.

O objetivo é chegar mais longe, mas desde já avisamos que também torcemos contra a Vilma.

Corre Vilma

Segundo informa a produtora, o jogo está disponível apenas para a plataforma Android.

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