Implicante

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25 de outubro de 2012

Será que Lula votaria no Haddad?

 Será que Lula votaria no Haddad?

Lula está fazendo a ensinança do povo sobre como votar. Existem alguns princípios morais kantianos no pensamento de Lula que não devem ser desprezados por pessoas mais instruídas na ética, na História e na ciência política.

Aqui Lula dá uma boa lição ao povo sobre o que fazer nas urnas. Fica a dúvida: será que Lula vai votar no Haddad?

Dica do Eden Wiedemann no Twitter.

0 Será que Lula votaria no Haddad?

Lembrando que as únicas coisas “certas” no voto haddadista são o Maluf e o desastre do Enem.

P. S.: Procurar por “Lula Haddad” no Google rende de cara imagens impagáveis. Não percam.

24 de outubro de 2012

Petistas recorrem à Justiça contra mensalão no Jornal Nacional

Site do PT-SP informa que blogueiro dos “Sem Mídia” entrou com ação acusando TV Globo de crime eleitoral

megafone.1 422x338 Petistas recorrem à Justiça contra mensalão no Jornal Nacional

Notícia da manhã desta quarta (24), publicada no site do partido a partir de informações de certo portal que conta com dois colunistas condenados por corrupção pelo STF recentemente:

Movimento dos Sem-Mídia, presidido por Eduardo Guimarães, protocola ação contra a Rede Globo em razão dos 18 minutos dedicados ao especial sobre o mensalão, após o horário eleitoral gratuito; emissora comandada por Ali Kamel (dir.), que nunca se recuperou da edição do debate entre Lula e Collor em 1989, é acusada de partidarismo 24 DE OUTUBRO DE 2012 ÀS 11:00

(…)

(O texto segue reproduzindo a matéria do portal numérico cuja soma é sempre 13.)

599813 9711 cp Petistas recorrem à Justiça contra mensalão no Jornal Nacional

Eduardo Guimarães, o homem do megafone, é figurinha carimbada da “blogosfera progressista”. Ele é conhecido há muito tempo por organizar animadíssimas manifestações contra a liberdade de imprensa.

Confiram o resumo do mensalão no Jornal Nacional, que tanto incomodou os petistas:

Primeira parte

0 Petistas recorrem à Justiça contra mensalão no Jornal Nacional

Segunda parte

0 Petistas recorrem à Justiça contra mensalão no Jornal Nacional

22 de outubro de 2012

É chegada a hora da decisão: quem tem a melhor proposta para a gerir São Paulo?

home 600x154 É chegada a hora da decisão: quem tem a melhor proposta para a gerir São Paulo?

O Implicante nunca fugiu ao debate e escondeu opinião. Agora, faltando poucos dias para a eleição que definirá qual o futuro prefeito da maior cidade do país, sugerimos que você conheça o plano de governo dos dois candidatos. Compare, analise as propostas e decida que projeto atende às necessidades da São Paulo.

Acesse agora o site Comparando.org

17 de outubro de 2012

As graves ofensas petistas a Plínio de Arruda

pliniomaluf1 As graves ofensas petistas a Plínio de Arruda

Maluf, Mutran e Haddad, esquerdistas paulistanos coligados

Hoje pela manhã, Plínio de Arruda Sampaio, fundador do PT e partido de que saiu após manterem Dirceu na legenda mesmo depois do Mensalão, declarou ser contra a eleição do candidato petista em São Paulo. Vejam o tuíte:

plinio As graves ofensas petistas a Plínio de Arruda

Imediatamente, recebeu todo tipo de resposta ofensiva. Em sua maioria, foram insultos o considerando demente em função da idade; mas houve quem falasse em interesse financeiro e coisa do tipo.

Segue coletânea (foram 23 páginas de xingamentos variados, tentei resumir ao mínimo possível):

coletaneaplinio As graves ofensas petistas a Plínio de Arruda

Esses são os mesmos petistas que acusam o PSDB de “campanha suja”, “ataque pessoal” etc. Basta um dia no tuíter para acompanhar esse mecanismo espertucho: eles xingam o tempo todo e depois dizem “o outro é que apela”.

Alguns agem por pura e simples má-fé, outros por questões de trabalho, mas há aqueles que REALMENTE não aceitam alguém pensando de forma diferente. Simplesmente não aceitam, não concebem, não acreditam que seja verdade.

São os mimados ideológicos, que atribuem todo tipo de explicação desabonadora para tentar explicar o ABSURDO de alguém ter idéias divergentes. É o tal “leite com pera” aplicado ao pensamento partidário.

E Plínio falou besteira? Não, não falou. Enquanto o STF condena líderes petistas, o partido mais uma vez deixa de expulsá-los para ATACAR O STF. Todo partido tem trambiqueiro, isso é óbvio, o problema é o que fazer com eles depois de condenados. O PT, como se vê, os promove.

Acerca do tal plano de poder, que parece mesmo um exagero, há esse vídeo ilustrativo, com depoimentos reais. Pois é, Plínio não errou também quanto a isso.

Fica provado mais uma vez quem de fato faz campanha suja, ofensiva e de ataques pessoais. Algo parecido aconteceu – e acontece – com Joaquim Barbosa, que “ousou” condenar (acompanhado da grande maioria do STF) os corruptos do PT.

São os petistas que xingam. São eles que agridem. São eles que trazem à baila idade, cor da pele etc. E são eles que, no fim das contas, acusam os adversários de serem “agressivos”.

Acho que ninguém cai mais nessa, né?

ps – os que agora xingam Plínio são os mesmos que prosseguem defendendo o PT mesmo depois da COLIGAÇÃO (que não é mero apoio, vale sempre lembrar) com Paulo Maluf – que apoiou o partido depois de ganhar uma secretaria do governo federal.

ps2 – nada contra fazer piada com isso ou aquilo (eu mesmo fiz e faço várias); o problema aqui, e é bom ficar claro, reside no fato de INSULTAR alguém por emitir opinião político-partidária diferente – sobretudo quando quem o faz são os que acusam os adversários de baixaria.

16 de outubro de 2012

Marilena Chaui: “Maluf é um grande administrador”

marilenachaui Marilena Chaui: Maluf é um grande administrador

Marilena Chaui participou de um seminário na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP sobre “A ascensão conservadora em São Paulo”. Filósofa que é, não fez uma única menção a Russell Kirk, G. K. Chesterton, Muggeridge, Voegelin, Oakeshott, Roger Scruton, Peyrefitte, T. S. Eliot, Ortega ou qualquer outro bastião da filosofia conservadora para afirmar que a mentalidade paulistana se alinha a ela:

Não apenas não foi preciso comparar, como até atrapalharia. Chaui foi ovacionada pelos típicos alunos esquerdistas de tais cursos através de um chiste mocorongo: “São Paulo é protofascista”. Para os adolescentes pouco afeitos a leituras adensadas e complexas, um xingamento basta.

Faz sentido que primeiranistas e outros incipientes se espantem com a palavra “fascista”, menos de 5 anos depois de cruzarem com ela pela primeira vez. Dá um aspecto de proibição, de situação-limite (em linguagem existencialista), de um grande inimigo a ser enfrentado em uma vidinha mequetrefe e sem perspectivas.

Como também desconhecem de todo leituras às quais não sejam obrigados a enfrentar (e professores esquerdistas se aproveitam disso para mantê-los hagiograficamente virginais em conhecimentos “perigosos”), acham que um “fascista” é pior do que um “socialista”, sem saber que os totalitarismos brutais dos primeiros não conseguiram matar 10% da máquina estatal dos segundos. Qualquer coisa, agora, é “fascista”. A novilíngua (termo que também vem de um livro anti-totalitarismo… de esquerda) trocou o bom e velho “idiota” ou “desgraçado” por um politizado “fascista”.

Mas a frase de Chaui não conquistou apenas os impúberes. Ela foi citada até mesmo pelo perfil oficial da campanha de Fernando Haddad à prefeitura da cidade habitada por “protofascistas” no Twitter.

haddad protofascistas02 Marilena Chaui: Maluf é um grande administrador

Marilena Chaui é petista, além de socialista. Se há alguém que o PT odeia, este alguém é Paulo Maluf. E se há um político em São Paulo que pode ser xingado, à guisa de provocação (ou nem tanto), de “protofascista”, esse alguém é Paulo Maluf. Ou, bem, era. Desde 2004, Marta Suplicy e Paulo Maluf já se aliaram contra o verdadeiro adversário: o tucanato paulista. O PT e Maluf encontram mais semelhanças mútuas entre si do que o PT e o PSDB. Cada um conhece a si próprio.

marta maluf Marilena Chaui: Maluf é um grande administradorMarilena Chaui é fiel ao PT mais do que a qualquer coisa. Para elogiar Baruch de Spinoza, o melhor que pode encontrar no cânone ocidental para definir o brilhantismo do pensador foi atribuir-lhe um petismo avant-la-lettre. Foi a professora que ajudou a cunhar o termo “mídia golpista”, quando da eclosão do escândalo do mensalão – o maior caso de culpabilização do mensageiro desde a batalha de Maratona.

Mas o tal PT se aliou, novamente, justo ao tal Paulo Maluf. Aquele que foi padrinho político de Celso Russomanno (disputante das eleições que não sobreviveu à própria biografia para chegar ao segundo turno), e que cedeu a maquinaria e força de seu partido agora ao petista apagadíssimo Fernando Haddad. Ou seja, um político retrógrado e com excessivos laivos autoritários, mas que nem na época dos governadores biônicos da ditadura sonhou em quase ter a chance de colocar dois candidatos apoiados por ele no segundo turno da cidade mais importante do país.

Marilena Chaui não teve escrúpulo algum. Sabendo que quem a leva a sério, de antemão (e não através de argumentos e exposições detalhadas), acredita religiosamente que “esquerda” significa bondade, liberdade, igualdade, abundância e paraíso, enquanto “conservador” significa um atraso medieval, egoísta e malévolo, associou agora os dois adversários do petista Haddad à cidade de São Paulo ao tal (de novo) “conservadorismo”.

Breve aula de História

Chaui realizou um “debate” (como se chamam as trocas de elogios e papagaiações do que toda a platéia já acredita cegamente da esquerda) no comitê da candidata a vereadora (não eleita) Selma Rocha (óbvio, do PT), chamado “A Política Conservadora na Cidade de São Paulo” (de novo?).

A professora de filosofia teria definido o candidato do PRB como “herdeiro do populismo tradicional de São Paulo, na linhagem de Ademar de Barros e Jânio Quadros”.

A frase, sozinha, já é um insulto à História. Adhemar e Jânio eram inimigos ferozes (e ambos inimigos de outro político direitista de mesmo matiz no Rio: Carlos Lacerda). Adhemar, cujo séquito cunhou a expressão “rouba mas faz”, era um populista em termos que são caros também à esquerda. Distribuía cargos públicos a rodo, era eleito comprando votos dos indecisos e do “meião”, superfaturava tudo o que fazia (qualquer semelhança com alguma realidade presente é mera coincidência… ou não).

Jânio, fechado, de hábitos excêntricos e de um moralismo digno do Antigo Testamento, fazia auditorias surpresas em órgãos públicos, demitindo funcionários e acabando com cargos loteados. Era de um nacionalismo feroz (a ponto de, por provocação, coroar Che Guevara logo depois de trocar farpas com um embaixador americano) e tinha a típica visão desenvolvimentista de um país ainda encantado com a recente industrialização – política que ia de Prestes Maia a JK.

No livro Folha Explica: o Malufismo, Mauricio Puls mostra que essas duas visões antagônicas se prolongaram em uma dicotomia fundamental quando ambos saíram de cena, que se estendeu até as eleições presidenciais de 89, as primeiras não apenas livres de fato, mas marcadas pela queda do Muro de Berlim: enquanto os eleitores de Adhemar de Barros corriam para os braços de Paulo Maluf, a antiga geração de janistas via esperanças no “caçador de marajás” Fernando Collor.

Será que é bem uma filósofa tão dada à política que pode misturar alhos com bugalhos tão horrendamente assim? E isso ficando só em Russomanno (sobre Serra, Chaui afirma que ele encarnaria “um dos elementos de selvageria e barbárie do estado e da cidade de São Paulo”, provavelmente querendo dizer que ele é o último dos tupinambás canibais do estado, ou whatever it does mean).

Sobre o PSDB, Chaui afirma que PMDB e PSDB estão há 30 anos no poder em São Paulo. “Se isso é totalitarismo, totalitários são eles”. É preciso explicar para uma, vai lá, “filósofa política” a diferença entre cinco (na verdade, mais) pessoas de matizes tão distintas, ou mesmo adversas, como Alckmin e Fleury, ganharem eleições em 30 anos, para um sistema totalitário, em que tudo esteja não apenas dentro do Estado, como dentro também de um “partido” confundido com o próprio Estado, que é justamente o modelo político que Chaui defende (e seu candidato, Fernando Haddad, “explicava” em sua tese de mestrado)?

Segundo a Rede Brasil Atual (ligada à CUT), Marilena Chaui considera “uma tarefa libertária” (pena que a professora de filosofia política não saiba o que é ser um libertário…) “a superação do entrave à cidadania representado pelas duas forças políticas que dominam uma “cidade na qual a violência, seja real, seja imaginada, é a forma da relação social e das relações entre as pessoas – para que a cidade se reconheça numa possibilidade nova”. Da parte que dá pra entender, resta concordar com a professora ao menos em micro-escala. Por exemplo, na própria USP da Chaui: a violência lá, seja real, seja imaginada, é a forma de relação social e da relação entre as pessoas, sobretudo quando tem assembléia de DCE ou os partidos políticos da esquerda bolchevique mauricinha hegemônica estão disputando seu curral. Falta mesmo uma tarefa libertária para melhorar essa situação.

Haddad… e o Maluf?

0 Marilena Chaui: Maluf é um grande administrador

Mas o melhor vem a seguir. Segundo a Brasil Atual, para Marilena, o ex-governador Paulo Maluf, cujo partido (PP) está aliado ao PT não eleições paulistanas, não se enquadra na tradição política representada por Russomanno, mas na do “grande administrador”, que ela identifica com Prestes Maia (prefeito de São Paulo de maio de 1938 a novembro de 1945) e Faria Lima (prefeito de 1965 a 1969). “Afinal, Maluf sempre se apresentou como um engenheiro.”

Como bem disse o Reinaldo Azevedo, agora, Marilena Chaui apertaria comovida a sua mão e indagaria: “Como vai, engenheiro, da tradição dos grandes administradores?”

Repetindo aos estudantes futuros-filósofos da USP, ao comitê do PT, às fauces do incréu leitor: São Paulo é protofascista. Então, vote no candidato mancomunado com Paulo Maluf. O Coroneleaks até deu uma sugestão de banner:

haddad Protofascistas1 600x219 Marilena Chaui: Maluf é um grande administrador

Sobre o julgamento do mensalão, além da logorréia sobre ser “uma armação para coincidir com as eleições” (curiosamente, só coincidiu porque o revisor, Ricardo Lewandowski, demorou até os últimos dias para entregar sua parte, tentando cancelar o julgamento este ano com as postergações – e, claro, logo ele, o mais petista dos juízes), Chaui dispara que o julgamento “coloca em questão a República”. Afinal, se o núcleo de um partido está sendo julgado, definitivamente viramos uma… uma… bem, qual é mesmo o nome do regime em que político pode ser punido, mesmo?

Mas nem tudo o que Marilena diz é de uma estupidez tonitruante, of course. Ela também comenta: “Se a gente pega a mídia brasileira, em particular a mídia paulista, houve dois grandes crimes contra a humanidade: Auschwitz e o ‘mensalão’” (aspas do original).

Ora, isso é mesmo um pecado mortal! O que andam ensinando nesses cursos de jornalismo, ainda mais nesses em que os cupinchas da sra. Chaui dão aula? É preciso falar de outros crimes contra a humanidade que os universitários sequer conhecem: o Gulag soviético, a despropriação dos “kulaks” e o genocídio de milhões de fome em poucos anos arquitetado por Lênin (como é mesmo o negócio sobre São Paulo ser “conservadora”, e conservadorismo significar “exclusão”?), o mesmo Lênin que criou cotas de extermínio por cidade… ah, também é preciso falar sobre Kim Jong-Il, sobre Pol-Pot… E o Mao Tsé-Tung, que antes mesmo de subir ao poder, matava seu próprio exército na “Longa Marcha”, apenas para poder ganhar poder dentro do Partido Comunista contra Chang Kuo-t’ao – numa andança que fez mulheres darem a luz enquanto marchavam, deixando seus bebês com a cabeça pendurada por uma tarde toda? Até mesmo Gui-yuan, esposa do próprio Mao, sofreu tais agruras, enquanto o líder se pavoneava diante do sofrimento das “companheiras”: “Gui-yuan consegue parir como uma galinha bota ovos!”…

Por que, afinal, ainda associam tudo de ruim com Auschwitz, sem nunca lembrar que houve crimes bem piores contra a humanidade, e os únicos piores que o nazismo foram todos cometidos pelo regime que a esquerda acadêmica ainda insiste em implantar?

Em tempo: Chaui comentou sobre Haddad, aparentemente em terceiro lugar, ter conseguido ir ao segundo turno, mesmo com o mensalão mostrando a que o PT veio – e como veio. Filosofou: ”o povo votou contra a opinião pública” (sic). Essas noções de “povo” e de “público” para comunistas são, assim, muito dialéticas para comuns mortais…

15 de outubro de 2012

Exclusivo: PT, PSDB, “kit gay” e o material de cada gestão

Tratamos do tema aqui e aqui. Agora, conseguimos a apostila COMPLETA do programa contra o preconceito do Estado de São Paulo. Baixem, leiam e analisem.

HaddadChalitaMissa Exclusivo: PT, PSDB, kit gay e o material de cada gestão

Monica Bergamo publicou coluna MENTIROSA hoje na Folha. A ideia seria buscar algum tipo de hipocrisia tucana ao dizer que o Governo do Estado distribuiu no ano passado um “kit gay”. A militância petista se alvoroçou em replicar a matéria, mas… Pois é. Mas é mentirosa.

Sim, a coluna contém inverdades. (*)

O material do Governo do Estado foi lançado em 2009 e, desse modo, já nasce mentirosa a afirmação de que usaria vídeo do kit gay do MEC (lançado no final de 2010). Além disso, é um material elaborado desde 1996 (a edição de 2009 é a última, e uma nova já está em elaboração).

Mas não adianta apenas dizer o óbvio, é importante que todos LEIAM o arquivo original. Está aí para todos, em pdf. Vejam que belo material, e não trata somente de homossexualidade, mas também de discriminações contra corpo e cabelo, orientação quanto à violência e ao bullying, informações sobre drogas etc. O nome é “Prevenção Também se Ensina” – podem procurar.

LEMBRANDO que é material para os DOCENTES, não para alunos. De todo modo, vale conferir.

Baixe aqui.

Leram? Não são materiais iguais. Um foi VETADO pela Presidente Dilma que disse ser “propaganda de OPÇÃO sexual”. Outro, esse efetivamente aplicado pelo Governo de SP, dificilmente será criticado por qualquer militante comprometido com a causa (não aqueles que preferem o partido à bandeira que alegam defender).

Eis os fatos. Monica Bergamo mentiu, a militância acreditou (ou fingiu acreditar) e deu nisso. O PT até hoje não substituiu o kit que seria “propaganda”, o governo de SP tem um material (para docentes) desde 1996, revisado periodicamente (a última em 2009).

Essa é a diferença entre implantar uma política pública efetiva e positiva e usar a comunidade LGBTT como bucha de canhão ou massa de manobra eleitoral.

A gestão tucana tem o programa “Prevenção Também se Ensina”, vigente desde 1996 e com a edição de 2009 disponível neste texto. O PT vetou o “kit” alegando “propaganda de OPÇÃO sexual”, deu um ministério para a Igreja Universal e finge defender direitos LGBTT.

(*) Em tempo: a coluna de Monica Bergamo já foi modificada três vezes desde a publicação original; desse modo, este texto se refere à primeira versão, levada a público pela militância petista (de repente ela arruma tudo e, de fato, não haverá mais mentira alguma ou qq equívoco :))

15 de outubro de 2012

Mensalão: STF já condenou os corruptos, faça sua parte

O Supremo Tribunal Federal condenou os corruptos do Mensalão. Os protagonistas do escândalo foram condenados por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha etc. E o que diz José Dirceu, considerado chefe do esquema e declarado corrupto pelo Supremo Tribunal Federal?

Vejam o vídeo a seguir.

É um breve resumo do que foi esse julgamento e, mais ainda, de quais são os planos verdadeiros – declarados! – do PT. Está tudo aí. Passe para familiares, amigos, inimigos, desconhecidos etc. Todos precisam ver isso. E cabe a nós, agora, terminar o serviço que o Supremo Tribunal Federal começou.

14 de outubro de 2012

Kit Anti-Homofobia: teoria e prática da militância petista

haddadmissa Kit Anti Homofobia: teoria e prática da militância petista

A militância petista da internet é preponderantemente contra a interferência de igrejas em políticas públicas, defensora do estado laico e simpatizante de toda e qualquer causa (mesmo); incluída aí, é claro, a bandeira LGBTT.

Já o partido, especialmente quando em campanha, frequenta todo tipo de igreja, seita, culto, templo, com direito a candidato ortodoxo tomando comunhão católica. Podem dizer que é do jogo, ok. Mas sigamos.

No poder, o PT governa aliado à chamada bancada evangélica. Lembra tudo aquilo que falavam do Russomanno e da IURD? Pois bem: o PRB, partido ligado à Igreja Universal, é aliado de primeira hora do governo federal. Continua aliado. E continuará.

Chegamos, portanto, ao kit anti-homofobia (chamado pela imprensa e parlamentares aliados do governo federal de “kit gay”). José Serra foi perguntado sobre o kit, respondeu de forma a condená-lo. Imediatamente, a militância petista da web repudiou com veemência a resposta (aquela veemência típica deles, com indignação teatral, insultos de todo gênero e a tradicional falsa defesa de uma causa).

Estariam esses militantes preocupados com os direitos LGBTT? Não, não estariam. A regra, mais uma vez, se confirmou: entre uma causa e o partido, ficam com o partido – seja qual for a bandeira.

O tal kit SERIA lançado pelo MEC. Não foi. E não foi porque a presidente Dilma Rousseff o vetou. E esse veto resulta de pressão de bancadas conservadoras. A “pressão” funciona porque o governo precisa desses parlamentares em sua base. Puro e simples acordo de governo “progressista” e setores que os militantes do partido consideram um atraso para o país.

Mas não há indignação quanto a isso; rola aquela vista grossa de sempre e os direitos LGBTTs que se lasquem.

Subitamente, surgem petistas raivosos quando José Serra é perguntado sobre o kit que a própria Dilma vetou. Ele estaria erradíssimo pela opinião que tem; ela certíssima pelo veto ao kit por pressão das bancadas conservadoras (de quem o governo depende dos votos, a quem o governo dá ministérios etc.).

O kit foi divulgado no final de 2010 e já estava em elaboração havia mais de um ano. O veto ocorreu em maio de 2011 e, desde então, NÃO HOUVE PRODUÇÃO DE QUALQUER OUTRO MATERIAL. Enquanto militantes LGBTT (que colocam a causa acima de qualquer partido) brigam por algum tipo de política pública correlata, os petistas (especialmente da web) não cobram coisa alguma (já o TCU, cobra uma fortuna que teria sido gasta e, claro, não foi aplicada).

E a desonestidade se torna mais descarada quando tratam como “tema posto em campanha pelo candidato” o que é uma resposta a pergunta formulada em entrevista. Funciona assim: perguntam, perguntam, perguntam, perguntam, até que, claro, o candidato responde. Daí a culpa é dele (!) por “colocar o tema na pauta” (!?!).

Enquanto isso, a demanda da comunidade LGBTT continua ignorada pelo governo progressista que, vejam só!, é aliado de bancadas ultraconservadoras e ligadas a toda sorte de denominações religiosas. O militante petista aplaude o governo que VETOU o kit, mas xinga pesadamente quem emite uma opinião contrária ao mesmo material vetado pelo governo aplaudido.

Eles não perdem tempo com coisas como lógica, noção ou fatos. Primeiro o partido, depois esses detalhes. E depois, bem depois, as causas que alegam defender. E se tudo der errado, há sempre a saída clássica de dizer que o adversário diz “baixarias”. Patético.

0 Kit Anti Homofobia: teoria e prática da militância petista

11 de outubro de 2012

Joaquim Barbosa, Messianismo e Lula

joaquimbarbosa Joaquim Barbosa, Messianismo e Lula

Não acho razoável que um Ministro do STF seja alçado à condição de herói, sobretudo pelo fato de apenas cumprir com suas funções. No Brasil, porém, isso acontece com Joaquim Barbosa. Alguns dizem que é pelo fato de não termos heróis ou mesmo porque os corruptos raramente são condenados.

Pode ser.

Mas não se deve culpar nem Barbosa e tanto menos os veículos que agora o colocam como um salvador da pátria. Isso está na raiz do comportamento de nosso povo. Sim, a “culpa” é do povo, no sentido de que adotou os salvadores da pátria e pais-de-pobres que se nos apareceram ao longo da história (não todos, é verdade, mas boa parte).

O último a valer-se desse procedimento populista foi ninguém menos que Lula. Os que hoje condenam o endeusamento de Joaquim Barbosa são EXATAMENTE OS MESMOS que aplaudiam – e ainda aplaudem – a postura messiânica do ex-presidente, alimentada principalmente pelo marketing do próprio partido.

Quando se acusava Lula de populismo, os que hoje condenam os aplausos a Joaquim Barbosa diziam, na época, que era normal, natural, resultado de bom trabalho. Ora, e quais os motivos dessa transformação do ministro do STF em um super-herói? Exatamente o cumprimento de seu dever. Então que também considerem isso normal e natural. E sem dar chiliques pelo fato de ele ter virado herói por condenar a cúpula do PT.

Desse modo, sem cair em teorias mirabolantes ou autores obscuros, a atual unção de Joaquim Barbosa pode e deve ser debitada na conta de quem alimentou durante anos o “mito Lula”. E quis o destino, com sua famosa ironia, que justamente o antigo herói fosse o principal atingido pelo novo salvador da pátria.

O mesmo povo que enaltecia o presidente salvador da pátria é esse que transforma o ministro do STF em herói. É pra lá de imbecil acreditar que há legitimidade num caso e manipulação no outro. Esses petistas precisam parar de gostar do povo só quando o povo concorda com eles.

Quanto ao mais, o choro continua livre, ao contrário de Zé Dirceu, João Paulo Cunha, Genoíno, Delúbio…

11 de outubro de 2012

Expulsão? Não! Diretório Nacional do PT emite nota para defender corruptos

Reunião contou com presença de mensaleiros Dirceu e Genoíno; documento oferece eleição venezuelana como exemplo de democracia

mensalao 1 512x338 Expulsão? Não! Diretório Nacional do PT emite nota para defender corruptos

Leiam trecho da reportagem do portal G1, voltamos em seguida:

O Partido dos Trabalhadores (PT) divulgou nota na noite desta quarta-feira (10) na qual avalia o desempenho da legenda no primeiro turno das eleições e celebra o resultado obtido em meio ao que considera ser uma campanha com objetivo de criminalizar o partido. “Aos ataques e manipulações, contraporemos a defesa enfática de nosso projeto estratégico”, afirma a nota. (…) Continue lendo →

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