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30 de maio de 2014

Padilha e Maluf: aliança “do tamanho do Corcovado e do Pão de Açúcar”

padilha maluf Padilha e Maluf: aliança do tamanho do Corcovado e do Pão de Açúcar

gente honesta

Segue trecho de reportagem da Folha:

Descontraído, Padilha sela aliança ‘maior que o Corcovado’ com Maluf – O ex-ministro da Saúde da presidente Dilma Rousseff e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, selou na manhã desta sexta-feira (30) a aliança com o PP de Paulo Maluf, garantindo assim um minuto a mais no horário eleitoral gratuito. O evento foi realizado na Assembleia Legislativa de São Paulo, zona oeste da cidade.” (grifos nossos)

Seguindo os passos de Haddad, o não por acaso pior prefeito de São Paulo dos últimos duzentos anos, Padilha também fechou aliança oficial com o deputado (e procurado pela Interpol) Paulo Maluf. Como de praxe, teve a foto animada dos respeitáveis senhores.

O doleiro Yousseff não esteve no evento, pois está preso. Também não há notícias, ao menos até agora, de André Vargas ter participado dessa comemoração.

 

 

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28 de maio de 2014

PT vota contra melhorias no Bolsa Família propostas por Aécio Neves

Aécio1 PT vota contra melhorias no Bolsa Família propostas por Aécio Neves

Apesar de ser um dos maiores programas de transferência de renda e renda mínima do mundo, o Bolsa Família ainda necessita de alguns ajustes para corrigir distorções que ocorrem em sua logística. Um dos principais dizia respeito ao receio que seus beneficiários possuem de entrar na formalidade. O medo é o de, com o aumento da renda, trocar o benefício por um emprego que corre o risco de durar apenas alguns meses. Buscando corrigir esta distorção, o senador Aécio Neves apresentou na Comissão de Assuntos Sociais do Senado um projeto que visa garantir o pagamento do benefício por mais seis meses quando os chefes de família conseguirem emprego com carteira assinada. Uma segunda mudança diz respeito à exigência da revisão da lista dos beneficiários a cada dois anos. A proposta foi aprovada nesta quarta-feira por 10 a 9.

O texto ainda será analisado pela Comissão de Direitos Humanos, onde é terminativo. A proposta foi aprovada com votação apertada e com alteração feita pela relatora, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), para garantir que os seis meses fossem um prazo adicional e não que acabassem entrando na soma do prazo de dois anos.

O PT, em uma atitude completamente oposta ao discurso pró-Bolsa Família que costuma manter junto aos eleitores, votou contra. Representaram o partido os senadores Humberto Costa (PT-PE), Paulo Paim (PT-AC), Angelo Portela (PT-RR) e Ana Rita (PT-ES). Completaram os nove votos contrários à proposta os senadores João Durval (PDT-BA), Vanessa Graziottin (PCdoB-AM), Vital do Rêgo (PMDB-PB), João Alberto (PMDB-MA) e Armando Monteiro Neto (PTB-PE). A justificativa dada pelos petistas reclamava um suposto incômodo que “muitos” sentiriam com o ganho de renda dos beneficiários, mas isso não conseguiu convencer a maioria.

Estímulo ao emprego formal

O senador Aécio Neves justificou sua proposta dizendo ser a favor de que os beneficiários do Bolsa Família busquem a formalidade em seus empregos. E vê nos ajustes aprovados uma garantia de os mais pobres poderão assinar a carteira de trabalho com mais segurança.

Nós aprimoramos o Bolsa Família, estamos estimulando a formalidade. O cidadão que encontrava emprego que vá além do teto para receber o Bolsa Família poderá receber também por seis meses o Bolsa Família para que seja estimulado para a formalidade. O incrível, o inaceitável, é que o PT não quer nenhum avanço em um programa tão importante como esse porque prefere ter um programa para chamar de seu.”, disse o senador à reportagem d’O Globo.

(grifos nossos)

E as críticas à postura do PT não pararam por aí. O senador mineiro lembrou do uso eleitoral que o Partido dos Trabalhadores costuma fazer do programa.

O discurso do PT de defesa dos pobres é incoerente com a sua prática, porque hoje votou contra os beneficiários do Bolsa Família apenas para utilizar esse programa como instrumento na campanha eleitoral. Felizmente, tivemos a sensatez do Senado e muitos beneficiários estarão estimulados para ir para a formalidade. Vamos à CDH e lá esperamos repetir esse placar.”

(grifos nossos)

O jornalista Reinaldo Azevedo lembrou em seu blog que o Bolsa Família não é uma criação do governo no Lula ou do PT, mas um aprimoramento de programas já existentes no governo FHC.

Não custa lembrar que o programa NÃO FOI CRIADO POR LULA, E É FÁCIL PROVÁ-LO. O Bolsa Família é uma reunião de benefícios de ações que estavam em curso no governo FHC. Por meio de um decreto, Lula os juntou num só e lhes deu um novo nome. No dia 20 de outubro de 2003, o então presidente enviou uma MP ao Congresso. (…) Ele não criou nada. Os programas no governo FHC atingiam cinco milhões de famílias. E nem entraram na propaganda eleitoral tucana de 2002 porque o PSDB não fazia exploração eleitoreira dos benefícios. E lembro, para arrematar, o que já publiquei aqui: Lula era contra programas de bolsa porque considerava que eles deixavam o povo preguiçoso.

(grifos do próprio jornalista)

Em outro projeto de lei, o senador Aécio Neves busca incorporar o Bolsa Família à Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS). Desta forma, o programa passaria a ter recursos garantidos pelo Fundo Nacional de Assistência Social, tornando-o uma política de estado que não correria riscos a depender de quem vença a eleição. O governo, por motivos óbvios, já retirou a votação de pauta mais de uma vez.

28 de maio de 2014

Aos poucos, a “copa das copas” vira a “copa do caos”

dilma copa1 Aos poucos, a copa das copas vira a copa do caos

À medida em que a Copa do Mundo se aproxima, o caos vai tomando conta do país e isso preocupa os organizadores. Alguns atrasos fizeram a Fifa tomar a frente e começar a tocar obras em estádios mais problemáticosnenhum aeroporto da Infraero ficará 100% pronto para a competição; e o Itaquerão, onde ocorrerá o primeiro jogo, será entregue inacabado. Mas esses são só alguns dos problemas enfrentados a poucos dias do início do evento.

Várias classes têm aproveitado a proximidade da competição para fazer paralisações. De acordo com o Google Trends, maio de 2014 foi o mês em que mais se falou em greve na história do sistema de busca. E se trata de um assunto recorrente em todos os estados da federação.

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Problemas na vizinhança

Não é para menos. Só para citar alguns exemplos, funcionários do IBGErodoviários de Salvadorservidores municipais de São Paulo e motoristas de ônibus do Rio pararam suas atividades. Mas o que mais preocupa é a segurança. Com medo de que isso prejudique o andamento da Copa, o governo planeja entrar com ações na Justiça Federal para tentar barrar os grevistas.

São duas as principais frentes que serão adotadas na Copa: o governo vai entrar com ações judiciais contra as paralisações, medida que hoje cabe aos Estados, e quer cobrar de líderes de greve que arquem com os custos de eventual emprego da Força Nacional para garantir a ordem pública.

As recentes greves em estados como Bahia e Pernambuco deram uma amostra do que pode ocorrer caso haja paralisações durante a Copa. As cenas de saque e depredação assustaram jornalistas estrangeiros, que demonstraram preocupação a esse respeito durante entrevista com ministros do governo sobre a questão.

Até em países vizinho há ameaças de greve visando a realização da Copa do Mundo. No Peru, trabalhadores exigem melhores salários das companhias aéreas ou cruzarão os braços durante o evento, impedindo a saída para o Brasil de pelo menos 300 voos programados para o período. Mas a paralização pode afetar inclusive outros voos que não saiam de aeroportos peruanos, mas precisem passar por eles em seu trajeto. A atitude vem influenciado funcionários da TAM, associados ao mesmo conglomerado, a fazer ameaças semelhantes.

Superfaturamento

A competição também segue sendo assolada por denúncias de corrupção. Antes mesmo do início do evento, o Tribunal de Contas do Distrito Federal apontou superfaturamento de R$ 431 milhões na construção do Estádio Mané Garrincha, em Brasília, que teve um custo total de R$ 1,6 bilhão.

A reforma do Mané Garrincha começou a ser posta em prática em julho de 2010 e, pouco tempo depois, a Controladoria Geral da União (CGU) deu início à auditoria nas primeiras planilhas do projeto. De cara, a CGU encontrou preços unitários contratados com valor acima de mercado. De uma amostra de R$ 383,1 milhões, os auditores constataram um sobrepreço de R$ 43 milhões — 11,2% do montante.

Como a arena não foi financiada pelo BNDES, e sim com recursos do governo do Distrito Federal, a CGU acabou se afastando do monitoramento das obras, mas fez alguns outros apontamentos no início da construção.

A investigação detectou “alocação excessiva de mão de obra” na instalação de equipamentos, como o ar-condicionado multi-sistem. Seriam necessárias 455 horas de trabalho para a instalação, mas o preço unitário da empresa contratada considerou 3.048 horas, conforme a CGU. Além disso, existiam “discrepâncias” entre a especificação de serviços no memorial descritivo e na planilha licitatória.

Hotéis inacabados

Outro problema enfrentado é o atraso na entrega de hotéis que receberam financiamento do BNDES. No Rio de Janeiro, dos nove empreendimentos aprovados pelo programa ProCopa Turismo, apenas três foram concluídos no prazo.

Os outros seis hotéis, que ofereceriam 2.045 novos quartos, estão com obras atrasadas ou paralisadas. Alguns deles podem ser entregues só em 2016, às vésperas dos Jogos Olímpicos. Os repasses destinados a projetos que não ficaram prontos a tempo representam 86% dos R$ 404,4 milhões que o banco público já liberou para ampliar o número de vagas na cidade.

O Gran Mercure Riocentro, vizinho ao centro internacional de mídia, onde a Fifa havia orientado as empresas credenciadas a instalar suas equipes, não ficará pronto, o que obrigou os jornalistas a buscar novas acomodações. A reforma do Hotel Glória, por sua vez, foi abandonada – mesmo depois de receber R$ 50 milhões – após os problemas do empresário Eike Batista.

Embora o portal do governo afirme que o ProCopa destina-se a financiar a “construção, a reforma, a ampliação e a modernização da rede hoteleira para a Copa”, o BNDES declarou que a conclusão das obras antes do início do evento não foi condição para os empréstimos.

Tiro no pé

Desde o início, a vinda da Copa do Mundo ao Brasil causa polêmica. Conquistada após o país se apresentar como único candidato, só ganhou alguma simpatia popular quando o governo confirmou as cidades sedes meses depois. Nas eleições de 2010, chegou a contar alguns pontos a favor da situação, sendo ela vendida como uma grande vitória do bom momento proporcionado pelo petismo. À medida em que a data da realização se aproxima, no entanto, o evento vem se mostrando um enorme transtorno para todos os envolvidos. A mídia espontânea que, imaginava-se, justificaria todo o alto investimento público tende a se transformar em propaganda negativa. Fato é que, a 15 dias do evento, há pouco engajamento nas ruas em prol da festa, ruas estas tomadas por protestos. Bilhões de reais jogados fora depois, a “Copa das Copas”, ao lado da derrocada da Petrobras, pode ser crucial para a queda do atual governo nas eleições de outubro. Na falta de argumentos, há quem venha a público “defender-se” dizendo que “o que tinha pra ser roubado, já foi“. Que os brasileiros lembrem-se disso diante das urnas.

28 de maio de 2014

Inflação ameaça mandar a nova classe média de volta à classe D

dilma com mantega Agência Brasil Inflação ameaça mandar a nova classe média de volta à classe D

Embora o governo do PT goste de alardear o fato de que aumentou o poder econômico da população brasileira, elevando uma parcela dela para a classe C, a inflação fora de controle promete dificultar a manutenção dessa realidade. Nos últimos 12 meses, ela registrou alta de 6,28%, comprometendo a renda da nova classe média e colocando boa parte dela em uma espécie de “zona de rebaixamento”, já que esse grupo possui renda errante que pode diminuir dependendo do quadro econômico. Segundo uma estimativa feita pela corretora Gradual, 10 milhões de pessoas estariam na fronteira da classe D.

“O dilema na mesa do Banco Central é se deve controlar a inflação de serviços, que atualmente roda em 8,99%, por meio de uma elevação da taxa básica de juros a tal patamar que jogaria a nova classe C de volta ao subconsumo da classe D (com o aumento do juro, o crédito fica mais caro)”, explica o economista-chefe da Gradual, André Perfeito.

De acordo com ele, os excessivos gastos do governo aumentam a inflação e prejudicam principalmente os mais pobres. Mas, se depender da opinião do ex-presidente Lula, a situação continuará crítica, já que para ele criar emprego é mais importante do que controlar a inflação, mesmo que isso signifique que o salário das pessoas empregadas tenha cada vez menos valor.

Essa realidade também promete ser uma pedra no sapato da campanha da presidente Dilma Rousseff. Até a revista britânica The Economist já alertou que a inflação pode ser uma grande ameaça à reeleição.

Com o título “Saia-justa de Dilma”, a reportagem afirma que ela “deixou pouco espaço de manobra econômica para um período de difícil campanha eleitoral para a reeleição”.

A reportagem destaca, especialmente, o quadro econômico em meio ao aumento da aversão ao risco internacional. A análise lembra que o real já perdeu 17% do valor desde o momento em que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos) sinalizou o início da retirada dos estímulos.

E a oposição já se deu conta disso. Aécio Neves, candidato do PSDB, pretende usar a inflação como trunfo contra Dilma durante a campanha. A estratégia é apresentar o que eles chamam de “inflação verdadeira”, uma vez que o IPCA (índice oficial de preços) é somente uma média e não reflete o reajuste real que é repassado aos consumidores.

A arma para atiçar a insatisfação da população e atrair o eleitorado é apresentar exemplos de piora de qualidade de vida ao mostrar corrosão do poder de compra da moeda nos últimos quatros anos e detalhar os bens e serviços que estão sendo corrigidos em ritmo bem superior do que os índices oficiais.

Há vozes governistas trabalhando na web a ideia de que a inflação do governo Dilma não é nada perto do pico inflacionário que existiu nos anos 80 e início dos 90 no Brasil. De fato, tanto não é nada que são duas coisas distintas. Segundo o economista Philip Cagan, qualquer inflação acima de 50% ao mês deve ser encarada como hiperinflação, um fenômeno bem distinto que costuma atacar nações que viveram grandes guerras, como a Alemanha em 1923 e a Hungria do final dos anos 40. Mesmo sem guerra, foi o que se passou no Brasil pouco antes do Plano Collor, quando a inflação mensal ultrapassou os 80%. Os 6,5% ao ano que atormentam atualmente o país podem parecer pouca coisa numa propaganda partidária, mas é o que está botando a perder todos os avanços sociais conquistados com os programas de renda mínima arcados pelos cofres públicos nos últimos anos.

27 de maio de 2014

Nunca antes na história do Brasil se matou tanta gente

mapa violencia 2014 Nunca antes na história do Brasil se matou tanta gente

A violência no Brasil tem atingido níveis cada vez mais preocupantes. De acordo com o Mapa da Violência, levantamento baseado no Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, a taxa de homicídios do país é a maior desde 1980, quando 56.337 pessoas foram mortas. De 2011 para 2012, esse número cresceu 7,9%.

O autor do mapa, o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, diz que o sistema do Ministério da Saúde foi criado em 1979 e que produz dados confiáveis desde 1980. As estatísticas referentes a homicídios em 2012, portanto, são recordes dentro da série histórica do SIM.

— Nossas taxas são 50 a 100 vezes maiores do que a de países como o Japão. Isso marca o quanto ainda temos que percorrer para chegar a uma taxa minimamente civilizada — destaca o sociólogo.

Segundo o sociólogo, embora alguns estados melhorem, outros tropeçam. Apenas cinco conseguiram reduzir o número de homicídios, e três deles – Alagoas, Paraíba e Pernambuco – continuam entre os dez onde as taxas são mais elevadas. São Paulo apresentou alta de 11,3%, mas continua com crédito após diminuir o número em 60% entre 2002 e 2012.

Não se pode dizer que o ano de 2012 seja uma tendência, mas é preocupante. As ações pontuais na área de Segurança Pública estão mostrando seus limites. Sem reformas estruturais que mexam no sistema penitenciário e no modelo obsoleto de Polícia Civil e Militar, não conseguiremos resolver o problema. E aí, sim, a tendência vai ser de alta — afirma Waiselfisz.

Um relatório da ONU já havia alertado a respeito da situação crítica do Brasil. Segundo a divulgação, em 2012, 10% dos homicídios de todo o mundo ocorreram no país. Além disso, na lista da ONG mexicana Conselho Cidadão para Segurança Pública e Justiça AC com as 50 cidades mais perigosas do mundo, é possível encontrar oito municípios brasileiros nas 16 primeiras posições.

25 de maio de 2014

Prefeitura petista seria a fonte de ofensas e ataques a Aécio Neves

guarulhos 2 Prefeitura petista seria a fonte de ofensas e ataques a Aécio Neves

Essa é a cidade da qual os petistas deveriam cuidar, em vez de colocar o pessoal da prefeitura para criar página ofendendo adversário

Segue trecho de reportagem da Folha:

Prefeitura petista é apontada como fonte de ofensas a Aécio na internet - Dados repassados à Justiça de São Paulo mostram que equipamentos e funcionários da Prefeitura de Guarulhos, comandada há 14 anos pelo PT, foram usados para criar páginas com ofensas ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) em redes sociais (…) As informações chegaram ao Judiciário depois que o senador abriu um processo contra 27 empresas que prestam serviços relacionados à internet e conseguiu uma decisão que as obrigou a quebrar o sigilo contratual de clientes (…) Com nova decisão favorável do juiz, empresas como UOL, do Grupo Folha, Microsoft, TIM e Telefônica entregaram CPF, CNPJ, nome e endereço dos clientes listados.” (grifos nossos)

Pois é… Quando esse processo se iniciou, rapidamente os petistas passaram a chamar de “censura”, mesmo se tratando de um cidadão recorrer ao judiciário para fazer valer seus direitos. Agora, parece que o medo se explica: eram justamente petistas DE ÓRGÃO PÚBLICO, a Prefeitura de Guarulhos.

Mas é aquilo: o choro, ao contrário de Zé Dirceu e Genoíno, é livre. A depender da decisão, talvez mais alguns se somem à “bancada presidiária” do partido.

Em tempo: o senador respondeu em sua página no Facebook, condenando mais esse absurdo do PT.

24 de maio de 2014

Há a suspeita de Pasadena ter sido uma enorme lavagem de dinheiro

petrobras paulo roberto costa Há a suspeita de Pasadena ter sido uma enorme lavagem de dinheiro

A Polícia Federal iniciou uma investigação que liga a compra da refinaria de Pasadena ao esquema de lavagem de dinheiro na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que teria movimentado até R$ 10 bilhões e foi desfeito pela Operação Lava Jato. O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, que ocupou o cargo de 2004 a 2012, está envolvido nos dois casos.

A compra de Pasadena, iniciada em 2006 com a aquisição de 50% da refinaria de uma empresa belga, a Astra Oil, é cercada de polêmica em razão do preço pago pela Petrobras. Após o negócio ser fechado, a estatal brasileira indicou um integrante para representá-la no conselho de proprietários. Esse representante era Paulo Roberto Costa.

Segundo matéria do Valor Econômico, a Petrobras, por três anos, deu carta branca para que Costa negociasse a contratação de novos fornecedores e a celebração de aditivos para as obras da refinaria Abreu e Lima sem precisar passar pelo conselho de administração ou pela diretoria colegiada da estatal. Durante esse período, o ex-diretor aprovou mais de R$ 6,5 bilhões em contratos e aditivos.

O distanciamento que a alta cúpula da Petrobras mantinha das decisões tomadas pelo conselho da refinaria ficou claro ontem após as declarações dadas pelo ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli, em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras do Senado. Gabrielli minimizou o fato de o conselho de Abreu e Lima ter assinado mais de 150 termos aditivos. “Não é tanto aditivo. Sabe quantos contratos tem a refinaria Abreu e Lima? 260 contratos. Não sei quando aditivos têm por contrato”, disse Gabrielli.

Costa, que já foi preso e solto, seria a ligação entre o doleiro Alberto Youssef e a Petrobras. Youssef está preso na PF do Paraná e é investigado por lavagem de dinheiro, corrupção, evasão de divisas e outros crimes. Ambos são acusados de desviar verbas em contratos fraudulentos da estatal. Recentemente, o delegado Caio Costa Duarte, da Divisão de Repressão a Crimes, enviou um ofício ao juiz federal Sérgio Fernando Moro, do Paraná, citando a existência de “uma organização criminosa no seio” da estatal, e pediu o compartilhamento de provas da Operação para a condução do inquérito sobre Pasadena.

“A citada refinaria teria sido comprada por valores vultosos, em dissonância com o mercado internacional, o que reforça a possibilidade de desvio de parte dos recursos para pagamento de propinas e abastecimento de grupos criminosos envolvidos no ramo petroleiro”, descreve o delegado. “Acrescentando-se a isto, apura-se possível existência de uma organização criminosa no seio da empresa Petrobrás que atuaria desviando recursos com consequente remessa de valores ao exterior e retorno do numerário via empresas offshore”, completa o policial.

Diante das suspeitas, Gilberto Carvalho minimizou a acusação, afirmando que “é uma opinião subjetiva de um delegado e não do conjunto da PF”. Carvalho é o mesmo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República que recentemente minimizou o Mensalão reduzindo-o a um “caixa dois“. Um ano e meio e 69 sessões depois, o Supremo Tribunal Federal concluiu que ele estava errado.

23 de maio de 2014

Governo omite abono dos trabalhadores no valor de R$ 724,00 para fazer caixa

dilma com mantega Agência Brasil Governo omite abono dos trabalhadores no valor de R$ 724,00 para fazer caixa

Com a economia ruim, o governo está encontrando dificuldade para cumprir a meta do superávit do ano. A fim de contornar o problema, pretende adotar uma estratégia que prejudicará justamente aqueles que o PT alega defender: os trabalhadores mais pobres. Eles, que têm direito a um abono salarial (PIS) no valor de R$ 724,00 por receberem até dois salários mínimos, devem sacar o benefício até o dia 30 de junho, mas o governo pretende usar esse dinheiro para fazer caixa.

Em anos anteriores, o governo fez campanhas publicitárias para alertar as pessoas a procurarem as agências da Caixa Econômica Federal e sacar o dinheiro dentro do prazo. Este ano, em março, o Ministério do Trabalho iniciou os preparativos da campanha publicitária, mas ela foi suspensa. De acordo com integrantes do governo, a orientação partiu do Ministério da Fazenda e o objetivo é reservar os recursos para compor o superávit primário, economia que o governo faz para o pagamento dos juros da dívida.

Caso não haja campanha e o ritmo de saque do abono se mantenha, cerca de 7% dos beneficiários deixarão de receber o dinheiro, o que totalizaria R$ 1,14 bilhão nos cofres do governo. Após o prazo, esse montante só poderá ser retirado mediante decisão judicial.

Alertado sobre o problema, o Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), presidido por representante dos trabalhadores, acionou a Caixa, que alegou não ter dinheiro suficiente para pagar o abono. Então, o Conselho determinou que o banco notifique todos os trabalhadores que ainda não retiraram o valor devido.

Superávit primário, controle da inflação e câmbio flutuante são os três itens que compõem o “tripé econômico” que ainda vem garantindo ao país alguma credibilidade. O câmbio ainda flutua, mas o governo já não consegue disfarçar a dificuldade com os dois primeiros e se vale do que pode para mascarar a realidade.

Pibão x Pibinho

No final de 2012, durante o anúncio de um pacote de investimentos, Dilma Rousseff, reconhecendo a frustração do PIB de 0,9% daquele ano, afirmou que queria um “Pibão grandão” para 2013, quando, segundo ela, haveria grande crescimento e avanço sustentável no país. Hoje, sabe-se que, apesar de um leve crescimento, essa previsão estava errada, já que, além de o Produto Interno Bruto ter apresentado apenas 2,3% de alta no ano passado, a previsão é de que em 2014 ele seja ainda pior. Na prévia do primeiro trimestre desse ano, o crescimento foi de somente 0,30%.

A economia brasileira cresceu 0,30% no 1º trimestre em relação aos três últimos meses de 2013, na série com ajuste sazonal, segundo o IBC-Br, calculado pelo Banco Central e considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB). Para analistas, o dado reforça a expectativa de que o índice oficial de crescimento do País, que será divulgado pelo IBGE em 30 de maio, cresça menos do que no 4º trimestre de 2013 (quando avançou 0,7%).

O Brasil também não deve se dar bem em 2015. Segundo a ONU, nos próximos dois anos, o país não conseguirá acompanhar o mesmo ritmo de crescimento da economia mundial, que deve ficar em 2,8%.

“A economia brasileira continua a expandir a uma taxa muito moderada de 1,7% em 2014, com perspectivas magras de demanda de investimentos e pressão cada vez maior para consolidação fiscal”, alertou a ONU, que destaca as “crescentes dificuldades” das grandes economias sul-americanas.(…)

Para 2015, a ONU prevê ainda um crescimento baixo no Brasil, de apenas 2,8%. O índice é inferior à média mundial, de 3,2% e bem abaixo dos 4,2% projetados inicialmente pela entidade para a economia brasileira. Em 2013, o Brasil registrou uma expansão de sua economia de 2,3%, acima da média mundial de 2,2%.

Todos esses problemas apenas evidenciam o que a economia do país está nas mãos equivocadas. Até mesmo o PAC, programa do qual Dilma foi vendida ao eleitor como “mãe”, vem sofrendo com a má gestão. Segundo matéria do Valor Econômico, falhas em projetos de engenharia, aditivos contratuais, compensações socioambientais acima das estimativas e reajustes salariais de trabalhadores aumentaram os gastos de 12 grandes empreendimentos em R$ 42,7 bilhões desde dezembro de 2010.

Naquele mês, Dilma lançou o PAC 2, dando continuidade a um dos programas que estiveram no centro de sua campanha presidencial. À época, o orçamento de 12 obras que o governo costuma chamar de “estruturantes” somava R$ 131,6 bilhões. No último relatório do programa, divulgado em fevereiro de 2014, o custo já tinha aumentado para R$ 174,3 bilhões – uma variação de 32,4%.

a1 Governo omite abono dos trabalhadores no valor de R$ 724,00 para fazer caixa

Segundo Paulo Fleury, presidente do Instituto de Logística e Supply Chain (ILOS), o aumento de custos deve-se ao fato de que muitas obras foram iniciadas sem a existência de projetos executivos de engenharia e até mesmo de projetos básicos.

Fleury aponta um problema que tem sido comum, por exemplo, nas obras de ferrovias e rodovias. Projetos básicos têm sido elaborados com base em custos unitários, que preveem até a quantidade de materiais a serem usados, como cimento e brita. Dificilmente as previsões são cumpridas e abre-se margem para aditivos contratuais, segundo ele, o que poderia ser evitado caso os projetos trabalhassem com o custo global das obras como referência.

O alto da pirâmide erra, a base da pirâmide paga

O superávit primário possui relação direta com o bom uso que o governo faz do dinheiro público. Contudo, muito se aplica, pouco se retorna, colocando em dúvida se aquele montante de dinheiro seria uma investimento ou um gasto. Fica cada vez mais claro que a condução econômica do país está nas mãos de quem já não sabe mais qual solução buscar. Optar por não notificar trabalhadores que vivem com menos de dois salários-mínimos de seus benefícios, além de uma atitude desesperada, soa como um golpe no mais fraco para corrigir equívocos dos mais fortes. Ou tudo aquilo que vai de encontro ao prometido pelo PT desde quando busca a presidência do país.

22 de maio de 2014

Deputado do PT participou de reunião sobre transporte ao lado de ladrão de bancos

LuizMoura Deputado do PT participou de reunião sobre transporte ao lado de ladrão de bancos

Em meio ao caos no trânsito fruto da inesperada greve dos motoristas e cobradores de ônibus de São Paulo, o secretário de transporte da prefeitura, Jilmar Tatto, acusou a PM de não interferir na ação dos grevistas. O governo do Estado, por sua vez, acusou o secretário de dificultar o trabalho policial na busca por explicações para as estranhas queimas de ônibus na cidade.

O secretário da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) acusou Tatto de obstruir uma investigação policial que apurava a queima de ônibus na cidade por não repassar informações solicitadas pela polícia sobre o assunto por meio de um ofício. Só neste ano, mais de 70 veículos foram destruídos na capital.

O secretário estadual de Comunicação, Marcio Aith, em entrevista ao Brasil Urgente da Band, chegou a detalhar melhor o caso.

Aith disse que o secretário da gestão Fernando Haddad (PT) saberia que há investigações policiais sobre a atuação do crime organizado no setor. Segundo ele, o petista teria conhecimento de uma operação policial “recente” que desarticulou uma reunião entre donos de cooperativa de ônibus que tinha a participação de procurado da Justiça. Nela estaria também um deputado “muito próximo” a Tatto, que foi ouvido e liberado.

(grifos nossos)

O Estado de São Paulo teve acesso ao boletim de ocorrência e confirmou que o “deputado muito próximo” era Luiz Moura, deputado estadual pelo PT. A reunião havia sido alvo de uma operação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) que investigava o envolvimento do PCC nos ataques aos ônibus de São Paulo.

“Deve-se constar também que na reunião estava presente, por convite dos diretores da Cooperativa o DEPUTADO ESTADUAL LUIZ MOURA, que foi liberado no local”

(trecho do boletim de ocorrência)

O boletim de ocorrência também destaca que participava da reunião um procurado da justiça por roubo a bancos.

“Há que se ressaltar também que entre os convocados da reunião havia um Procurado da Justiça de CARLOS ROBERTO MAIA, RG 7.506.158/SP, vulgo Carlinhos Alfaiate, famoso ladrão de bancos da década de 1990.”

(trecho do boletim de ocorrência)

Na década de 90, Luiz Moura foi condenado no Paraná e em Santa Catarina a cumprir 12 anos de prisão por assaltos a mão armada. Fugiu após pouco mais de um ano de encarceramento. O crime prescreveu e Moura aproveitou para pedir reabilitação criminal, declarando-se arrependido e justificando os crimes cometidos graças às drogas que consumia na época. Hoje, se diz líder dos antigos perueiros e exerce seu primeiro mandato como deputado na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Por que só um tipo de ônibus pega fogo?

Em fevereiro, em artigo na Folha de São Paulo, Leão Serva estranhou que 94% dos ônibus incendiados em São Paulo pertenciam a concorrentes das cooperativas dos antigos “perueiros” representados por Luiz Moura.

Na cidade circulam cerca de 15 mil ônibus municipais, sendo 60% das concessionárias e 40% de permissionárias (os intermunicipais são outros 4,8 mil). Mas, novamente, 94% dos veículos incendiados são de empresas e só 6%, de cooperativas. Em nenhum bairro a proporção entre os dois tipos é essa. Isso quer dizer que os responsáveis pela queima dos ônibus (que custam R$ 500 mil cada) escolhem seus alvos.

(grifos nossos)

De acordo com prestação de contas de campanha disponível no site do TSE, o principal financiador da eleição de Luiz Moura é justamente Jilmar Tatto. Dos R$ 691.445,38 mil gastos, nada menos do que R$ 201.300,00 foram doados pelo secretário de transportes da gestão Haddad. Outros petistas de alta patente também financiaram a candidatura de Moura: José Genoino assinou um cheque de R$ 7.5 mil; João Paulo Cunha doou R$ 6,1 mil; Arlindo Chinaglia investiu R$ 16,2 mil; Cândido Vacarezza destinou R$ 5,3 mil; Marta Suplicy fez uma transferência eletrônica de R$ 35 mil e Aloizio Mercadante depositou R$ 5,6 mil. De acordo com o que determina a legislação eleitoral, todos os petistas citados acima, com exceção de Mercadante e Marta Suplicy, estavam cientes e doaram diretamente assinando de próprio punho os cheques destinados ao comitê.

Em 2006, matéria da Veja acusou Jilmar Tatto, então ex-secretário de transporte da gestão Marta Suplicy, de favorecer o PCC em troca de meio milhão de reais. A denúncia partiu justamente de um perueiro.

Conhecido como “Pandora”, o perueiro é acusado de ter financiado, com dinheiro de lotações, uma tentativa frustrada de resgate de preso de uma cadeia de Santo André (região do ABC paulista), em março passado. Detido, ele negou pertencer ao crime organizado, mas admitiu a infiltração do PCC no setor perueiro e disse que foi por ordem de Jilmar Tatto, ex-secretário de Transportes da prefeita Marta Suplicy, que sua cooperativa incorporou integrantes da organização criminosa.

(grifos nossos)

Nessa semana, o caos se instaurou em São Paulo. Os mais prejudicados foram justamente os mais pobres, moradores de áreas mais distantes que não tinham condições de arcar com a volta para casa de outra forma senão com o transporte público. Em qualquer gestão séria, o secretário de transporte já teria sido demitido por deixar algo assim ocorrer. Em qualquer país sério, não seria dada uma segunda chance a pessoas com currículos como esses. O PT flertou com o perigo e agora tenta terceirizar a culpa em seus adversários políticos. O que o partido não percebe é que seus maiores inimigos se encontram dentro da própria sigla. Em alguns níveis, os eleitores aos poucos percebem isso, vide as intenções de voto para Dilma em constante queda. A continuar nesta toada, Haddad terá dificuldade igual ou maior para se reeleger em 2016.

21 de maio de 2014

Perto do fim do mandato, Dilma muda de opinião quanto às necessidades tecnológicas do país

dilma tablets Perto do fim do mandato, Dilma muda de opinião quanto às necessidades tecnológicas do país

A presidente Dilma Rousseff tem participado com frequência das cerimônias de formatura dos alunos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego). Na última delas, em João Pessoa (PB), ela exaltou os cursos, afirmando que técnicos são mais importantes do que bens de consumo para o desenvolvimento de um país.

“O símbolo do Brasil desenvolvido não vai ser o telefone celular, o iPad, o cartão de crédito e nem a carteira de trabalho. Vai ser o diploma técnico de qualificação profissional”, afirmou Dilma, citando que 171 mil pessoas estão no Pronatec na Paraíba.

É curioso notar, no entanto, que a fala de Dilma contradiz algo que ela pregou nos primeiros dias de seu governo. Embora hoje afirme que iPads e celulares não sejam símbolos de um país próspero, em 2011 seu discurso defendia a popularização de internet e tablets, com o Plano Nacional de Banda Larga, considerado seu “xodó 2.0″, e a negociação com fabricantes nacionais para o fornecimento de tablets a preços populares.

[Paulo] Bernardo, que hoje toma posse no Ministério das Comunicações, foi incumbido de mapear, na indústria nacional, quem é capaz de fornecer equipamentos para o setor de informática e comunicações. Dilma quer que a nova classe média possa comprar tablets a prestação. Medidas de incentivo na forma de crédito e tributação favorecidos poderão ser adotadas.

O motivo do pouco caso feito pela presidente talvez resida no questionável sucesso do Plano Nacional de Banda Larga. O objetivo do programa era facilitar o acesso à web através de parcerias do governo com as gigantes do setor. Durante um criticado período de testes, o governo foi acusado por sindicatos de usar, dentre as 100 escolhidas, 97 cidades com já boa infraestrutura privada, o que facilitaria o cumprimento das metas do plano. Em setembro de 2013, o governo dizia cobrir o 3.214 municípios, em 25 estados e no Distrito Federal, com o PNBL. No entanto, o acesso ao serviço era dificultado pelas operadoras diante da passividade do Ministério das Comunicações.

Fato é que as relações de Dilma com a tecnologia ou até mesmo com a comunicação não é das mais amistosas. Num passado recente, a presidente, após se descobrir investigada pelo governo americano, buscou criar um serviço concorrente ao Gmail e brigar para que grande empresas de tecnologia mantivessem seus datacenters em território brasileiro, o que não aconteceu. Na mais recente batalha, conseguiu às pressas aprovar o Marco Civil da Internet sob a justificativa de defender as liberdades dos usuários na internet. No entanto, o confuso texto deixa bastante margem a interpretações.

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