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A Lava Jato chegou num dos maiores defensores de Dilma Rousseff: Picciani

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro foi alvo de uma condução coercitiva

A operação Lava Jato, com sua força-tarefa que trabalha no Rio de Janeiro, prendeu 5 dos 7 conselheiros do Tribunal de Contas do Estado. Motivo: cobravam propina para fazer vista grossa para irregularidades em obras e no sistema de transportes fluminense. Mas essa nem a notícia mais importante.

Porque a Lava Jato levou Jorge Picciani em condução coercitiva. Hoje, ele é presidente da Assembleia Legislativa do Rio, mas o Brasil talvez o conheça como pai de Leonardo Picciani, o ministro dos Esportes do governo Temer. Enquanto o povo ia à rua exigir o impeachment de Dilma Rousseff, a família Picciani atuava como podia para impedir a queda das presidente.

A aliança era tão forte que Leonardo Picciani, mesmo pertencendo ao PMDB de Michel Temer, e mesmo vindo a receber do vice-presidente um ministério, votou contra o impeachment da presidente hoje cassada.

Mas a Lava Jato chegou nele. Acrescentando a família ao grupo de “sobrenomes” do Rio com graves problemas com a Justiça: Franco, Cabral, Paes, Cunha, Batista e Garotinho – para ficar em apenas alguns exemplos.

Fonte: O Globo

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