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A primeira a dar as costas ao “projeto” votado pelos petistas foi a própria Dilma Rousseff

Ela chegou ao cúmulo de anunciar a demissão do ministro da Fazenda em plena campanha

Sem conseguir convencer ninguém que Michel Temer tornou-se vice-presidente sem votos, os petistas agora tentam se convencer que não votaram em Dilma Rousseff, ou mesmo no peemedebista, mas num projeto de governo que, uma vez concluído o impeachment que a afastou, está sendo ignorado. Bom…

É preciso lembrar que, em 2014, o PT foi o partido da situação, ou seja, da continuidade. Mas, ciente das barbaridades econômicas que cometia, Dilma Rousseff prometeu em plena campanha que, se reeleita, trocaria o ministro da Fazenda. Ou seja… Que não daria continuidade àquela política. Mais ainda, uma vez garantido o segundo mandato, nomeou o liberal Joaquim Levy para o cargo. E deu início a um necessário ajuste fiscal.

Era preciso arrumar a casa da bagunça feita pela reeleição. Foi quando a própria Dilma iniciou cortes nos programas sociais, em especial nos ligados à educação, à habitação e à saúde. Bolsa Família, Fies, Prouni, Farmácia Popular, Minha Casa Minha Vida, todos enfrentaram a faca. Os ministérios, que eram 39, foram reduzidos a 31. E o aumento de impostos foi almejado até mesmo com uma desejada volta da CPMF.

Mas a cegueira do PT nunca permitiu à própria militância enxergar a realidade. E seguiam a atrapalhar as reformas do governo que eles mesmos reelegeram independente dos devidos avisos de mudanças em plena campanha. O Brasil não poderia continuar com espetáculo grotesco. E o brasileiro foi à rua contra os petistas.

Os resto é história. E conversa fiada na boca quem não sabe reconhecer os próprios erros.

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