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A volta do impeachment de Dilma? Oposição acusa ministro do STF de crime de responsabilidade

05.06.2013 - O advogado Luís Roberto Barroso defendeu hoje (5), durante sabatina no Senado, a proatividade do Judiciário na definição de regras quando houver omissão do Legislativo e do Executivo. A sabatina é etapa necessária à aprovação do nome dele para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi indicado no dia 23 de maio pela presidente Dilma Rousseff. Foto: Antonio Cruz/ABr.

Voto de Barroso omitiu trecho do regimento da Câmara crucial para o golpe dado pelo STF.

O vídeo já conta com mais de 70 mil visualizações e mostra o ministro Luís Roberto Barroso não só interrompendo Teori Zavascki quando seria lido um trecho do regimento da Câmara que inutilizaria-lhe o voto, mas também tomando para si a leitura e a interrompendo bruscamente no derradeiro momento. A oposição saiu da inércia e acusa o ministro do STF por crime de responsabilidade. Com isso, espera-se que o impeachment de Dilma volte à pauta.

O problema basicamente é que, para processar ministros do STF, é preciso necessariamente passar pelo Senado. O mesmo Senado que referendou a indicação de ministros como Barroso. O mesmo Senado que, até o final de 2015, seguia sabotando todas as pretenções de impeachment, mesmo da parte – ainda que velada – dos parlamentares da (suposta) oposição.

De qualquer forma, isso não deveria ter passado batido. É preciso fazer barulho.

barroso

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