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Acordão com Renan Calheiros e Eduardo Cunha evita convocação de Lula e filho a duas CPIs

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O pacto também evitou as convocações de Erenice Guerra, Gilberto Carvalho e Antonio Palocci.

Duas CPIs em andamento em Brasília tiveram requerimentos para a convocação de Lula e seu caçula derrubados ontem. O Estadão informa que a queda veio em decorrência de um pacto de não agressão selado entre o ex-presidente, Renan Calheiros e Eduardo Cunha com a ajuda de aliados. O trio, claro, quer evitar que a Lava Jato, a Acrônimo e a Zelotes os atinja. E a senha para a pizza foi dada quando, na semana passada, o petista defendeu em público o direito a ampla defesa por parte do presidente da Câmara.

Se a justiça que o brasileiro tanto anseia precisar partir dos lobos que depenaram o galinheiro, será melhor conseguir um bom número de cadeiras para acomodar todos sentados. Os fatos, no entanto, costumam passar rasteiras maiores nas tentativas de arrefecer qualquer escândalo em Brasília. Por essa época, há um ano, apostava-se que as festas de fim de ano e o recesso parlamentar esfriariam a inquietação contra a corrupção estatal. Passado o carnaval, o Brasil viveu, em 15 de março de 2015, a maior manifestação política de sua história.

Lula, Cunha e Renan podem apelar para pactos de não agressão, mas a verdade tem pernas bem mais longas do que as que eles usam como muletas.

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