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Acredite se quiser: para atingir João Doria, a esquerda resolve “problematizar” Ayrton Senna

Não é piada.

Vez por outra lembramos a distância imensa entre as ideias da esquerda e o que o povo de fato gosta. Da religião à família, da liberação das drogas à repressão de crimes, nada combina. E essa distância, acentuada pela bolha ideológica, gera situações como a de ontem. Acompanhem.

O prefeito João Doria participou de um ato em homenagem a Ayrton Senna, cujo aniversário de falecimento também se dá no Dia do Trabalhador, 01/05. Estava no monumento em homenagem ao piloto, acompanhado de sua irmã Viviane Senna, quando manifestantes o tentaram interpelar, naquela tática famosa (explicamos aqui).

Não deu certo, mas isso não impediu que uma militante dissesse o seguinte:

“Viemos aqui para relembrar as mortes nas marginais (…) Hoje começamos o Maio Amarelo, um movimento de conscientização da segurança no trânsito e o prefeito escolhe homenagear uma personalidade que morreu por causa da velocidade” (grifamos)

23 anos da morte de Senna, tragédia que comoveu o país e, acima de tudo, personalidade venerada pela maior parte da população. A esquerda vai lá e “problematiza”, de maneira hostil, pondo-se em oposição a um herói nacional, tentando com isso atingir um adversário político.

Parece piada, parece que alguém inventa esse tipo de coisa justamente para ridicularizar o esquerdismo. Mas nada disso. Eles são assim.

Fonte: Folha de SP

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