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Além de Haddad, Lindbergh surge como opção do PT em 2018, se Lula não puder ser candidato

Não existe vácuo na política.

Há duas máximas do mundo político que precisam ser evocadas antes da presente análise: 1 – não existe vácuo na política; 2 – quase nada é por acaso na política. Ponto; sigamos.

Por ocasião da Convenção Nacional do PT, a imprensa divulgou o desentendimento de Lindbergh Farias e Lula, motivado pelo fato de que o Senador, contrariando o apoio da cúpula da legenda a Gleisi Hoffmann, manteve candidatura própria à presidência do partido.

Dado fundamental: Lindbergh tinha o apoio de boa parte da militância ideológica, com direito a “corinho” pelo seu nome, quando não foi designado para ocupar assento numa das mesas.

Ora, isso não foi obra do acaso. CERTAMENTE ele calculou muito bem essa tomada de postura, independentemente de ter acontecido para mostrar-se como opção às correntes majoritárias em futuro pleito presidencial.

Até agora, porém, o nome de Fernando Haddad era o mais mencionado como opção em caso de Lula não conseguir lançar-se candidato no ano que vem. Porém, a Operação Cifra Oculta, desmembramento da Lava Jato, pode ter tornado as coisas um pouco mais difíceis.

Desse modo, somando esses dois fatos recentes, e reiterando a inexistência de vácuo e ínfima incidência de acaso na política, temos aí uma possível disputa à vista. E, nessa hipótese, não é impossível que Lindbergh acabe vencendo.

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