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Análise: gestão Dória acerta ao não ceder à pressão dos que ocupam a Secretaria de Cultura

Evidentemente, o objetivo é político-partidário.

Foto: SECOM / PMSP

Dias atrás, foi divulgado um áudio em que, no meio de uma discussão o Secretário de Cultura de São Paulo, André Sturm (foto), teria ameaçado “quebrar a cara” de um ativista cultural por conta de um espaço do município que deveria ser desocupado. Evidentemente, o excesso da fala foi transformado em ESCÂNDALO pelos demais ativistas.

Tal factoide virou desculpa para pedir a cabeça do Secretário, mas isso é bobagem. Trata-se da disputa de poder normal da esquerda, buscando enfraquecer o governo de um adversário. Nada de novo e, claro, faz parte do jogo.

O problema, neste caso, é que o episódio tem aspectos um tanto mais complexos. Isso porque a maior resistência e concentração esquerdista está justamente na área da “cultura”, por razões as mais variadas, algumas delas até bem óbvias.

A parte boa é que ninguém dá bola, em que pese o empenho da imprensa. O povo de verdade simplesmente ignora. E, pelo visto, João Doria tem isso em foco, já que não deu muita importância ao havido. Melhor assim.

Agora, porém, é preciso que se acabe com a tal “ocupação” da Secretaria de Cultura. E que tais fatos sirvam de exemplo aos governos que, atentando ao ideário esquerdista propagando pelo colunismo em geral, acabam tendo medo da militância.

Não tenham.

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