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Análise: o povo é mesmo contra convocar o Exército para conter o vandalismo generalizado?

“Especialistas” garantem que sim. Mas seria verdade?

Imagem: Globonews

O tom dos “especialistas” é único. Para eles, praticamente sem exceção, a convocação das Forças Armadas, ontem, não foi apenas um erro técnico, mas também político. A base? Pois é, até agora não apresentaram pesquisas. E seria interessantíssimo um levantamento, sem viés, questionando o que de fato pensa o povo.

Como palpitam de um lado, palpitemos do outro.

Ontem, em Brasília, não houve “manifestações”, mas sim atos terroristas. E não há outro nome para qualificar o incêndio intencional de um prédio, colocando inocentes em risco. Sem falar na quebradeira, nos ataques, nas bombas. Soma-se a isso tudo um fato óbvio: é área de Segurança Nacional.

Diante do caos – e o havia! -, foi necessária a convocação para restabelecer a ordem, tudo realizado dentro dos ditames constitucionais. A explicação técnica é essa. Passemos à política.

Será mesmo que o povo foi contra? Será mesmo que o povo não aceita isso? É razoável supor que tal premissa esteja equivocada. Explicação simples: o povo está com medo da violência e cada vez mais acuado pela criminalidade. Sim, sim, atear fogo em um imóvel é crime e, com exceção da esquerda, qualquer um vê dessa forma.

Fica o desafio, não por picuinha ou para mostrar que lado estava “certo”, mas sim perguntar, DE FORMA HONESTA, DIRETA E SEM VIÉS, sobre o que as pessoas acham do Exército ser usado contra tumultos desse tipo.

Mais: acrescentem a pergunta sobre a criminalidade em geral.

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