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Atletas da Venezuela aproveitaram Olimpíada para “traficar” comida e remédio. Alguém surpreso?

Como cidadãos de um regime opressor, eles são vítimas. Desse modo, é mais do que compreensível que levem esses itens raros para suas casas.

Já havíamos comentado por aqui sobre os preservativos gratuitos distribuídos nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Segundo relatou a imprensa, os “campeões” em pegá-los eram os venezuelanos e cubanos – mas a notícia foi divulgada como um triunfo do amor.

Claro, não era nada disso. Diante da raridade de tais itens em seus países, há verdadeiros “mercados paralelos” para compra/venda de preservativos e, assim, eles os levavam para muito provavelmente trocar por comida.

Não há surpresa, portanto, com o fato de que também levaram alimentos in natura, além de remédios. E o “tráfico” do título está entre aspas porque eles podem ser punidos por isso (não aqui, mas lá).

Enfim, são vítimas e se viram como podem para ao menos atenuar o dia-a-dia sob a opressão ditatorial. A esses atletas, toda nossa solidariedade!

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