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Ciclovias de Haddad são as mais caras do mundo. Mesmo assim, número de ciclistas DIMINUIU na cidade.

O fracasso é retumbante: mesmo com a implantação de tantos quilômetros de ciclovias, o número total de ciclistas em São Paulo DIMINUIU. E falamos aqui das ciclofaixas MAIS CARAS DO MUNDO. Era essa a solução para a mobilidade urbana? Pois falhou.

Para se ter ideia de quão pequeno é o número de usuários: há mais pessoas gostando da moça estampada nessa camiseta vermelha do que ciclistas usando as ciclofaixas em São Paulo

Para se ter ideia de quão pequeno é o número de usuários: há mais pessoas gostando da moça estampada nessa camiseta vermelha do que ciclistas usando as ciclofaixas em São Paulo

Os haddadistas, talvez a militância mais chata do planeta depois dos fãs de Los Hermanos, davam como garantia: as ciclofaixas salvarão a cidade. As pessoas começariam a andar de bicicleta, deixariam seus carros em casa, uma revolução estaria nascendo. E tome foto de político dando volta nas magrelas (claro que sempre usam carro, mas essas fotos não podem faltar em dia de inauguração de ciclovia).

Resultado prático: o número de ciclistas DIMINUIU na cidade. Sim, DIMINUIU. Hoje, há MENOS ciclistas do que quando não havia ciclofaixa. Parece loucura, mas é o resultado de um projeto feito SEM PLANEJAMENTO ADEQUADO. Confiram aqui.

E mais: essas são as ciclofaixas mais caras do mundo. Custam cerca de R$ 650 mil por quilômetro (quase o TRIPLO do que gastam em Amsterdã).

Um fracasso caro. Muito caro.

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