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Com a derrota recente, governo ainda quer pressa na votação do impeachment?

A tática até então era essa, para apressar tudo… Mas e agora? O “timing” virou.

Com a desgraça consumada (ou seja: a aceitação do pedido e abertura do processo de impeachment), o governo adotou a tática que considerou mais adequada: votar tudo rapidamente e encerrar o assunto o quanto antes. E para isso contou até mesmo com a convocação de parlamentares durante o recesso. Tudo para aproveitar o “timing”.

Ok, ok… Mas isso mudou, não? Ninguém esperava a carta de Michel Temer, que repercutiu no Congresso dando força ao impeachment. E essa força se refletiu na DERROTA ACACHAPANTE do governo na formação da Comissão de Impeachment.

Talvez a tal pressa, portanto, possa ser prejudicial ao governo. E não se fala aqui de sinais ou indícios, mas de medidas práticas: a coisa chegou ao ponto de deputados do PMDB buscarem a destituição de seu líder por ele ser pró-Dilma.

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Talvez seja o caso de o governo mudar de ideia e considerar razoável o recesso. Dá tempo de fazer suas “articulações”, digamos assim.

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