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Como ser contra a polícia no campus enquanto incendeiam ônibus na USP?

Não dá para respeitar quem pensa assim.

Entre tantas incoerências, os esquerdistas costumam ter uma “ótima” acerca da polícia: a um só tempo, são contra o direito ao porte de arma por cidadãos comuns, restando apenas aos policiais tal prerrogativa, mas TAMBÉM são contra a PM e demais autoridades.

Serve de exemplo o postulado babaquara segundo o qual (sabe-se lá por que diabos, aliás) consideram um absurdo a presença de policiais nas universidades, especialmente as públicas.

Quando acontece algo e isso exige a presença da PM, por exemplo, já começam com aqueles textões, artigos calorosos e demais teses contra o “abuso de autoridade”.

Ontem, atearam fogo num ônibus na Cidade Universitária (USP). Como fazer? Quem vai pra lá? São contra a autodefesa pelos próprios cidadãos e também contra a polícia. Aí ninguém combate o crime? Pode ser isso que queiram, no fim das contas.

É uma forma de a tese deixar de ser incoerente e fazer algum sentido.

Enfim, as universidades são espaços para o livre pensamento, claro, mas jamais serão ou seriam uma área de imunidade criminal. E, sim, a polícia é a autoridade para coibir e combater o crime. Isso nem deveria ser uma polêmica, não é mesmo?

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