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Cunha renunciou. E Dilma? Quando fará o mesmo favor ao Brasil?

Peemedebista assumiu que, se continuasse negando a renúncia, apenas prejudicaria o país

Há muita coisa em jogo, especula-se até mesmo a possibilidade de um “acordão” que salvaria Eduardo Cunha de um processo de cassação durante os Jogos Olímpicos, quando as atenções estarão voltadas ao evento. Mas fato é que a renúncia de Cunha veio quando se comprovou o perigo de se manter Waldir Maranhão no cargo. Na véspera, a gestão do interino do executivo sofreu a primeira grande derrota na casa do interino do legislativo – o deputado federal carioca enumerou, dentre os motivos para a rendição, a bizarrice da situação.

E Dilma Rousseff? Quando assumirá que está atrapalhando um país inteiro? Consumindo recursos públicos, ocupando a residência oficial, atrasando a vida de pelo menos 21 senadores que poderiam estar usando o salário que recebem do contribuinte para pautas mais construtivas ao país? Quando a petista reconhecerá a derrota e liberará o governo Temer para ter a força política necessária para caminhar com o ajuste fiscal que ela foi incapaz de tocar dentro do próprio partido?

A resposta menos arriscada talvez seja: nunca. Porque o PT nunca se importou com o país, mas apenas com ele mesmo.

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