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Depois de explorar incêndio em favela, Haddad corta auxílio aluguel de moradores

Durante o período eleitoral, Haddad deu entrevistas indignado com os incêndios ocorridos nas favelas da capital e,  como não podia deixar de ser, explorou o assunto eleitoreiramente. Dizia que iria reativar um plano,  que nunca ninguém viu,  de prevenção supostamente  implantado por Marta Suplicy. Em um triste episódio, ele chegou a gravar programa eleitoral explorando o sofrimento alheio sem pudor em benefício próprio,  depois que aconteceu um incêndio na favela do Moinho.

Passado quase seis meses depois da posse, o plano de prevenção de incêndios de Haddad continua do mesmo jeito que era no tempo de Marta Suplicy: ninguém sabe ninguém viu. Já o pagamento de auxílio aluguel sumiu. Algumas famílias que tiveram suas casas destruídas pelo incêndio ocorrido em setembro do ano passado na favela do Piolho, na zona sul da capital, voltaram a construir barracos  no local. Resultado: a prefeitura ao invés de fiscalizar as famílias irregulares cortou o benefício em dinheiro  de todos os desabrigados.

Já na favela do Moinho a situação de risco continua a mesma, parte dos 300 desabrigados recebem  auxílio-aluguel, mas outra parte não conseguiu o benefício e montou barracos ao lado da área incendiada em setembro do ano passado. Além dos novos barracos, feitos de madeira e outros materiais inflamáveis, como plástico, a reportagem da Folha encontrou possíveis causadores de incêndios. Fogareiros e ligações elétricas irregulares são comuns nos barracos. Depois de leito Haddad nunca mais pôs o pé no local.

Abaixo resgatamos trechos do programa eleitoral de Haddad.

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