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Deputados pró-impeachment desconfiam que Eduardo Cunha os traiu

O presidente da Câmara ensaiou desculpas de que nada tinha a ver com a decisão do PMDB, mas não soou convincente.

Menos de 24 horas após dizer que não indicaria nomes para a reforma ministerial de Dilma, dois aliados de Cunha surgiram na lista de 7 nomes entregues pelo PMDB ao Planalto. Entre eles, o que ficará para a história como o “pau mandado” do presidente da Câmara, o deputado fluminense Celso Pansera. Ao perceber os nomes ligados a Cunha na lista apresentada, a bancada pró-impeachment se revoltou e entendeu o ato como traição. Josias de Souza conta que não tardou para cobrarem satisfações do deputado, que tentou passar a ideia de que nada tinha a ver com a decisão. Mas não se sentiram convencidos.

PMDB entrega para Dilma relação de ‘ministeriáveis’ com aliados de Cunha

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