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Desemprego aumenta 56% em julho

E os dados são do próprio governo, do IBGE

Dilma Rousseff

Durante a campanha eleitoral, Dilma Rousseff dizia que seus adversários acabariam com os empregos e apenas ela manteria o povo empregado. Não foi exatamente isso que aconteceu, não é mesmo? Segue trecho da reportagem de Robson Sales, no Valor:

“O crescimento de 56% no número de desempregados em julho, na comparação com o mesmo mês do ano passado, foi recorde. De acordo com dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram mais de 660 mil pessoas que entraram na população desocupada. “É uma procura crescente de trabalho, que está sendo influenciada por pessoas que estão perdendo seu trabalho e também por aquelas que estavam inativas e começam a procurar emprego”, afirmou Adriana Beringuy, técnica do IBGE e responsável pela pesquisa.”

O momento não é MESMO de vanglória, mas avisamos no Implicante sobre isso. A “taxa de desemprego” é calculada em cima do número de pessoas que procuram algum trabalho, de modo que as pessoas desocupadas, e que não procuram nada, não aparecem nessa estatística. Tínhamos muito pouca gente de fato procurando por algo, mas cerca de 40% de pessoas paradas. Com a crise, corte de programas sociais e aumento de demissões, a massa em busca de colocação no mercado aumentou.

E a taxa disparou dessa forma: nada menos que 56% DE AUMENTO. E o pior ainda não chegou.

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