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Dilma e a Corrupção

Os petistas costumam culpar gestores centrais por qualquer falha de qualquer estrutura que lhes seja subordinada. Um guardinha da GCM pisou na bola? É culpa do prefeito (se for adversário). Um delegado deu mancada? É culpa do governador (de partido rival, claro).

Quando o governo é deles, tudo é diferente.

E não falo aqui, obviamente, de um servidor alocado na casa do chapéu, mas de pessoas próximas, que exercem cargos de confiança e despacham diuturna e ‘noturnamente’ com o chefe do Executivo (antes Lula, agora Dilma).

A atual presidente foi indicada por Lula para substituir Zé Dirceu, com as bênçãos deste último. Levou consigo para a Casa-Civil sua amiga Erenice Guerra, que fez o que fez ali, na sala ao lado de Dilma.

A Presidente e um ministro encrencado

Na crise atual, ela abençoa Palocci, o consultor que cancelou contratos e foi INDENIZADO por isso. O consultor que não revela quem eram seus clientes, nem se mantiveram contratos com o governo. O deputado que dirigiu verba do Orçamento da União para uma entidade que tinha sua cunhada como dirigente.

E aquele que, SEGUNDO A CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, foi mandante da quebra de sigilo do caseiro Francenildo. O mesmo que teria levado pessoalmente esses dados à Revista Época, conforme relata seu outrora editor.

Daí que o PT se reúne numa estratégia idiota de “blindagem”, alegando – entre outras bobagens – que não há nada grave. Só se for para os padrões petistas (adotados para amigos, sempre).

Em meio a tudo isso, explode uma bomba de corrupção em Campinas, envolvendo um grande amigo de Lula, o vice-prefeito petista, entre muitos outros.

Resta saber, aliás, se vão culpar a oposição pelo fato da própria CEF ter dito que Palocci pediu a quebra do sigilo. Franklin precisará de outra “estratégia” para tapar todos os buracos desse barco que afunda cada vez mais.

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