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Dilma não quer que provas da Lava Jato sejam incluídas em seu processo de cassação no TSE

Querer ela até pode. Mas daí a conseguir…

O Estado Democrático de Direito é uma grande conquista do mundo moderno, sem dúvida alguma. Entre outras coisas, ele garante a ampla defesa e o devido processo legal. Dilma Rousseff, que responde como acusada a processo de cassação no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), resolveu fazer uso desse tipo de prerrogativa.

Mas seu pedido parece estranho, no mínimo. Em síntese, ela requereu à justiça eleitoral que as provas obtidas na Operação Lava Jato não façam parte do julgamento referente à sua eleição. O motivo alegado: não estariam presentes “os requisitos necessários para admissão de tais elementos como prova”. Com a devida vênia, discordamos. Afinal, provas são provas e o objetivo da Justiça é esclarecer ao máximo os casos.

Mas, enfim, Dilma pode alegar o que quiser. A parte boa é que o TSE também pode não acatar suas alegações.

Ainda bem.

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