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Discurso de ódio, fake news, direitos humanos… Desculpas esquerdistas para te censurarem

Tudo isso, claro, fazendo pouco caso da liberdade de expressão

Com o objetivo de combater o que a imprensa chama de “discurso de ódio”, o Twitter promete aprimorar as ferramentas para banir usuários que estariam usando a rede social para “prevalentes e danosas formas de comportamento”. Uma das ideias é o sistema marcar como de “baixa qualidade” alguns conteúdos e evitar que se propaguem com a mesma velocidade dos demais.

Mas quem define o que teria alta e baixa qualidade? No Facebook, ex-funcionários já vieram a público confessar que um experimento semelhante calou deliberadamente conteúdo conservador. E é esta a sensação que se tem também no Twitter.

Porque, desde sempre, ofensas correm soltas naqueles poucos 140 caracteres. Contudo, o interesse em conter o avanço de opiniões incômodas só despontou quando estas opiniões pendiam para o lado direito.

Fato é que certas expressões estão sendo usadas como desculpa para censurar quem fala o que não agrada a esquerda. Ou tacham de “discurso de ódio”, ou de “fake news”. Quando é para a coisa ficar mais oficial, como no caso do ENEM, obrigam milhões de estudantes a escreverem em acordo com os “direitos humanos”, como se aquelas ideias não fossem desde sempre questionadas em qualquer meio científico minimamente sério.

Não, o Brasil não mais enfrenta uma censura oficial. Mas o brasileiro vem sendo cada vez mais censurado. Por um discurso contrário à mera discordância. E que disfarça sua sede por calar os adversário sob um véu de bondade, que alega defender a verdade, a humanidade ou ainda combater o ódio. Tudo isso, claro, fazendo pouco caso da liberdade de expressão, a primeira liberdade da qual todo indivíduo usufrui. Isso é um erro. Que precisa ser corrigido.

Fonte: O Globo

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