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Ditadura da Venezuela decreta trabalho escravo e a esquerda brasileira fica em silêncio

Como sempre, não estão preocupados com a causa ou com os venezuelanos, mas sim em defender a ideologia. Os resto que se lasque.

Falamos ainda hoje sobre os pesos e medidas adotados pela esquerda quando “colegas ideológicos” transgridem algum ponto que consideram fundamental. No caso, tratamos das reações disparatadas entre o recente caso envolvendo Marco Feliciano e o havido há pouco com o senador Telmário Mota (pró-Dilma e anti-impeachment).

Mas vale também mencionar o silêncio sepulcral diante do fato de que a ditadura venezuelana simplesmente decretou a adoção de trabalho escravo.

Sim, trabalho escravo.

Nicolas Maduro - Dilma Rousseff - Venezuela - trabalho escravo

Isso porque os venezuelanos SERÃO OBRIGADOS a realizar trabalhos no campo, independentemente da vontade. E isso tem nome: trabalho forçado. Ou melhor: TRABALHO ESCRAVO.

Onde estão aqueles militantes que fazem a maior gritaria quando descobrem que determinada empresa não paga horas extras ou não registra corretamente seus empregados? Pois é, sumiram.

A razão é simples: estão se lascando para os trabalhadores, para o povo, para a causa. Apenas defendem o esquerdismo e fim de papo. Não vão “falar mal” do governo da Venezuela, mesmo quando tal ditadura leva seu povo à escravidão.

São patéticos. E já não enganam ninguém.

Em tempo: os cubanos do Mais Médicos também exercem trabalho análogo à escravidão e, também nesse caso, não falam nada (ou, pior ainda, chegam a defender).

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