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Drauzio Varella defende a internação compulsória de viciados em crack, em casos extremos

A entrevista é de 2013.

O dr. Drauzio Varella não é o que se chama de “reacionário”, mas sim o oposto. Quando se trata do crack, porém, talvez o que ele pense não agrade ao esquerdismo. Afinal, em entrevista à Folha de SP, defendeu a internação compulsória em alguns casos.

Seguem alguns trechos:

“A gente convive com essa realidade, e quando o Estado resolve criar um mecanismo para tirar essas pessoas da rua de qualquer maneira começa uma discussão política absurda. Começam a falar que essa medida não respeita a dignidade humana. Que dignidade tem uma pessoa na sarjeta daquela maneira? Está na hora de parar com essa discussão ridícula. Pode ser que internação compulsória não seja a solução ideal, mas é um caminho que temos que percorrer (…) É uma questão ideológica e não é hora para isso. Estamos numa epidemia, quanto mais tempo passa, mais gente morre. Sempre faço uma pergunta nessas conversas: ‘Se fosse sua filha naquela situação, você deixaria lá para não interferir no livre arbítrio dela?’ Eu, se tivesse uma filha grávida, jogada na sarjeta, nem que fosse com camisa de força tiraria ela de lá” (grifamos)

Ao ser indagado sobre as mulheres grávidas, a opinião foi ainda mais forte:

São casos de internação compulsória, o sistema de saúde tem que ir atrás e internar mesmo que não queiram. O crack é mais forte do que o instinto materno. Elas não param porque estão dominadas pelo crack. Tem uma relação de uso e recompensa e acabou. Nada vale tanto quanto essa dependência” (grifamos)

A íntegra pode ser lida aqui. A entrevista é de 2013, quando o crack ainda não estava tão gravemente espalhado.

Fonte: Folha de SP

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