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É mole? Editora pediu para autora mudar romance sobre Israel e incluir críticas ao país

Trata-se de “O Último Kibutz”, de Sabrina Abreu.

A escritora Sabrina Abreu finalizou o romance “O Último Kibutz”, sobre as referidas comunidades-cooperativas de Israel e, uma vez enviado o manuscrito, recebeu da editora um email pedindo que alterasse a obra, para incluir críticas a Israel ao país onde se passa a trama.

É o que revela reportagem da Folha de SP, na qual o representante da editora inVersus reconhece ter solicitado as mudanças, afirmando também que a autora concordou com as alterações.

Porém, o caso continuou de forma diversa: ela trocou de editora e lançará o livro pela Simonsen, que o publicará sem as sugeridas críticas a Israel. Sim, é um romance. Sim, é uma obra que deveria estar sob total liberdade do artista.

Vale lembrar que a esquerda trata Israel como como inimigo, tanto pela ligação com os EUA como também por ser adversária de aliados históricos do esquerdismo no Oriente Médio.

Tempos difíceis na literatura

No último tomingo, também a Folha de SP revelou que algumas editoras estavam contratando “leitores sensíveis” para verificar se alguma minoria teria sido inadvertidamente ofendida na obra. Agora, mais essa.

A esquerda não acredita numa arte livre, mas sim apenas naquela submetida a suas bandeiras. Por essas e outras, o esquerdismo afunda mais e mais, apesar do receio de algumas empresas em ferir as bandeiras canhotas.

Fonte: Folha de SP

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