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Educação: uma das piores heranças malditas de Dilma Rousseff e do PT

É preciso deixar claro que a situação está caótica, péssima e “vergonhosa” (nas palavras do próprio Ministro). Porque em breve a guerra de informação tratará de dar conta do contrário.

Antes de tudo, sempre fundamental reiterar as lorotas contadas pela militância petista atualmente. Dizem, entre outras falácias, que o governo de Michel Temer promoveria cortes na Educação – e também na Saúde, e outros tantos -, quando na verdade foi justamente Dilma Rousseff, do PT, quem fez isso. Sigamos.

A economia como um todo pode ser a maior bomba largada pelo governo impichado, mas está bem longe de ser a única. A herança maldita, que passa por saúde, também inclui a Educação, cuja situação é pra lá de calamitosa.

Desse modo, é importante frisar o caos atual para já colocar uma “vacina” no discurso vindouro – sabemos, eles são assim – de que as coisas “ficaram ruins”. Nada disso. As coisas estão péssimas, terríveis, de modo que, antes de boas, precisarão ficar “menos péssimas” e, só depois, com muita evolução, ficarão “ruins”.

Sim, está tão deplorável que “ficar ruim” já seria uma evolução e tanto.

Não por outro motivo, aliás, tanto o Ministro da Educação quanto a colunista do G1 que cobre o tema, Andrea Ramal, falaram na estagnação dos índices do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Enfim, são números bem abaixo das previsões oficiais (já pouco otimistas). Segundo Mendonça Filho, atualmente titular do MEC, são índices “vergonhosos”. Ele está certo. Tanto na afirmação quanto na importância de revelar o caos com que recebeu a pasta.

Porque vem guerra de informação por aí.

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