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Ele presidiu a Câmara, derrubou Collor e teve o mandato cassado, mas depois do impeachment

Foto: Fábio Pozzebom/ABr

Em 1994, Ibsen Pinheiro seria envolvido no escândalo dos anões do orçamento e não resistiria ao processo de cassação.

Ibsen Pinheiro presidiu a Câmara dos Deputados entre 1991 e 1993. Coube a ele, portanto, receber dos opositores o pedido de impeachment que derrubaria Fernando Collor em 1992. Mas a Folha lembra que, graças à acusação de ter se envolvido no escândalo dos Anões do Orçamento, acabaria cassado em 1994, ficando inelegível por 8 anos.

Foto: Fábio Pozzebom/ABr

Ibsen Pinheiro | Foto: Fábio Pozzebom/ABr

Nada disso impediu o impeachment de Collor de ser um acerto na história de um Brasil que se perdia político e economicamente. Algo que pode se repetir agora com Eduardo Cunha, mesmo diante de tantas acusações. A coisa certa deve ser feita independente de quem a faça. E poucas medidas parecem hoje mais certeiras que a troca do comando brasileiro. Ao menos é o que pensa dois terços da população que já apoia o impedimento de Dilma Rousseff.

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