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Eliane Cantanhêde rebate Kennedy Alencar, mas a discussão acabou ficando inócua

Ao menos quanto ao caso específico.

Quando ainda se debatia a garantia de liberdade de imprensa, diante da condução coercitiva do blogueiro Eduardo Guimarães, surgiu na web um debate caloroso sobre o tema, com algumas opiniões divergentes – o que é próprio de uma democracia saudável.

Kennedy Alencar, da CBN e do SBT, postou o seguinte:

Mas Eliane Cantanhêde, do Estadão e da Globonews, divergiu:

E prosseguiu:

Porém, a esta altura, e ao menos para o caso em tela, é uma discussão inócua.

Segundo a nota da Força-Tarefa da Operação Lava Jato, a condução coercitiva foi para apurar o vazamento de informações a investigados, informações sigilosas. E não a veiculação pública – o que, aí sim, seria prerrogativa jornalística.

Mas fica o debate: quem é e quem não é “jornalista”, para efeito das garantias constitucionais? O Implicante acredita que veículos fora da grande mídia também seriam sim abarcados por tal garantia da Constituição Federal. Eis uma discussão saudável que deve continuar.

Lembrando que o caso específico não se trata disso.

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