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Em 2009, Dilma garantia o trem-bala para a Copa. Sorte nossa que ela é incompetente.

A obra seria um desastre, mas mesmo assim vale como exemplo da incompetência da gestão Dilma: a promessa nem chegou perto de sair do papel. Como quase todas.

"trem bala"

“trem bala”

Interessantíssimo o resgate de uma reportagem publicada em 2009 no caderno de Negócios do site de O Globo que recentemente passou a circular na internet. Vejam trechos:

Trem-bala entre Rio e São Paulo ficará pronto para Copa de 2014, diz Dilma – Governo vai criar empresa pública para receber tecnologia de trem-bala. Modelo de traçado foi apresentado durante balanço do PAC. – A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, durante a apresentação do 7º balanço do PAC. A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) afirmou nesta quarta-feira (3) que o trem-bala ligando Campinas ao Rio de Janeiro ficará pronto para a Copa do Mundo de Futebol de 2014, que acontecerá no Brasil, pelo menos no trecho entre São Paulo e Rio de Janeiro. Ela reafirmou que o governo não pretende gastar recursos em estádios e que o foco dos investimentos públicos será em mobilidade urbana nas cidades escolhidas para sediar o evento, escolhidas no domingo passado (31/05). “Nosso projeto é que esteja integralmente pronto em 2014 ou pelo menos o trecho entre Rio e São Paulo. (…) Pretendemos ter os trens em funcionamento em 2014, para a Copa até porque esta é uma região muito importante em termos de movimentacao na Copa.”, afirmou a ministra.” (grifos nossos)

Pois é, não cumpriu. Nesse caso, curiosamente, a incompetência da Dilma teve efeito positivo: o trem-bala é/era uma obra caríssima para pouca demanda, um elefante branco quase tão inócuo quanto pagar bilhões para uma obra em Cuba (dessa não escapamos, infelizmente). Mas, de todo modo, o caso vale para ilustrar a retórica das promessas não cumpridas, a total incompetência da “ministra gerenta” e o populismo das obras da Copa.

Era uma obra do “PAC”, aquele que não terminou e criaram o II – que, por sinal, também foi outra promessa furada. E nem dá para falar que é “fake”, pois a frase final é um clássico da linguagem dilmística.

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