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Em 2016, já deixaram a presidência: Dilma, Cunha, Toffoli e Maranhão. Próximo: Lewandowski

Só Renan Calheiros continuará presidente (do Senado). Mas é bom que conclua o cargo. Entenda.

Uma democracia não se faz com um único presidente. No Brasil, onde três poderes agem independentemente e se fiscalizam, há uma razoável divisão de responsabilidades, cada qual com a sua Presidência. Mas o país vinha de uma fase tão complicada que havia graves queixas contras seus cinco principais chefes: Dilma Rousseff, Eduardo Cunha, Renan Calheiros, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

Considerado o mais problemático de todos pela imprensa (não era), Eduardo Cunha foi o primeiro a cair, sendo afastado das funções em 5 de maio, e abrindo espaço para o bizarro Waldir Maranhão. Uma semana depois, Dilma Rousseff (via impeachment) e Dias Toffoli (pelo fim do mandato) perderiam os status que mantinham nas presidências da República e do TSE respectivamente. Dia 7 de julho, em decorrência da renúncia de Cunha, seria a vez de Maranhão deixar de ser presidente. E já há data marcada para o fim da próxima anomalia, para usar o termo do Antagonista: 14 de setembro. É quando o país irá se livrar da gestão de Lewandowski no STF.

Só sobrou um: Renan Calheiros. Mas é bom que conclua o mandato até o início de fevereiro. Ou o Senado deve cair no colo do PT, o que seria péssimo para o país.

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