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Em 2016, o Brasil se livrou das presidências de Dilma, Cunha, Lewandowski e Dias Toffoli

Foto: Jonas Pereira

Dos principais poderes, só sobrou Renan Calheiros no cargo

Oficialmente, a democracia brasileira se faz de três poderes, mas ela se permite um número ainda maior de presidentes. A maior recessão de sua história foi protagonizada por líderes polêmicos que pouca segurança passaram nos cargos que ocupavam. A população foi à rua pedir a cabeça de Dilma Rousseff, presidente da República, mas o rebote permitiu a queda de Eduardo Cunha, presidente da Câmara Federal. Por força do fim do mandato, também foram rebaixados em 2016 os ministros Dias Toffoli, presidente do TSE, e Ricardo Lewandowski, presidente do STF, ambos indicações petistas à Suprema Corte.

Só sobrou Renan Calheiros, presidente do Senado, intocado. Mas ele tem apenas mais 142 dias no posto, incluído aí um longo recesso que há de se iniciar antes do natal e se concluir já na véspera da eleição seguinte. E é até bom que conclua o mandato, ou Jorge Viana, senador petista, levará o PT de volta a algum protagonismo.

O Brasil terminará 2016 ainda bem longe do ideal, mas muito melhor do que começou.

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