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Em carta, artistas se julgam importantes demais para dividir um ministério com a Educação

E ainda chamam de pífia a economia com uma pasta que consumia recursos públicos aos bilhões de reais.

Se não houve humildade para reconhecer que a indicação que fizeram do governo Dilma deu muito errado, por que mudariam de postura num governo Temer? Em carta aberta ao novo presidente, duas instituições que representam artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan, Erasmo Carlos, Ivan Lins, Leoni, Frejat e Fernanda Abreu reclamaram não do fim do Ministério da Cultura, até porque ele não acabou, mas da fusão do MinC com o Ministério da Educação. Chegam a chamar de pífia a economia que o governo fará com o fim da pasta que chegou a consumir mais de R$ 3 bilhões em um ano.

No texto, alegam que “o anunciado desaparecimento do Ministério da Cultura sob seu comando, já como Chefe da Nação, é considerado pela classe artística como um grande retrocesso“. E mais: “A economia que supostamente se conseguiria extinguindo a estrutura do Ministério da Cultura, ou encolhendo-o a uma secretaria do MEC é pífia“.

Quando tentam argumentar, alertam que, ao dividir espaço com o Ministério da Educação, o Brasil pode perder benefícios como “legislação sobre vários aspectos da internet” e “apoio às manifestações populares“. É mole?

Para ler o texto completo, basta clicar aqui.

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