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Entenda por que é idiota exigir que o filme sobre a Lava Jato seja “imparcial”

Ou estão loucos, ou a cara-de-pau bateu todos os recordes.

Vocês já devem ter ouvido falar no filme da Operação Lava Jato. Na verdade, parece que são várias produções, mas há uma saindo agora do forno: Polícia Federal – A lei é para todos. A película é dirigida por Marcelo Antunez e tem nomes de peso no elenco, como Ary Fontoura, Flavia Alessandra e Antonio Calloni.

E certamente vocês já viram/ouviram a conversinha mole de que o filme precisaria ser “imparcial”. E aí a coisa já entra no campo da imbecilidade. Ou isso, ou a cara de pau dessa turma já passou de todos os limites.

Vamos por partes. Uma coisa é ser VERÍDICO, não ter mentiras nem alusões falsas. De fato, cobrar isso é justíssimo e até meio óbvio.

O problema é cobrar “imparcialidade”, como se fosse uma história sobre dois lados em posição eticamente equiparável. Claro que não! A esquerda tem esse hábito de enaltecer bandidos, numa mistura de adolescência contracultural e legislação em causa própria, mas isso não quer dizer que todos devam fazer isso.

Ao contrário: a grande maioria prefere a lei.

E é perfeitamente normal que um filme TENHA SIM LADO. Mantenha a verdade, não diga mentiras, mas FIQUE DO LADO DA POLÍCIA, NÃO DOS CRIMINOSOS. É até patético precisar explicar esse tipo de coisa, mas o debate ideológico já se tornou surreal no país.

Troquem o filme sobre a Operação Lava Jato para qualquer outro filme que tenha de um lado bandidos bilionários e de outro agentes da lei tentando pegá-los. Não há nem como deixar de pender para um lado – exceto no caso de alguma comédia ou algo assim.

No fim das contas, portanto, essa postura esquerdista deixa claro que eles não gostam de nenhum tipo de liberdade, nem mesmo a de um roteirista, tanto menos apreciam quem fica do lado da polícia. Isso diz muito.

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