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Entre o Mensalão e o segundo mandato de Dilma, taxa de homicídios cresceu em 20 estados

Eis a pior das heranças malditas do petismo ao Brasil

O Globo fez um levantamento em cima de uma década de edições do Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A primeira constatação já soa ruim: a taxa de homicídio brasileira subiu de 22,5/100 mil habitantes para 25,7/100 mil. Mas este resultado é muito impactado por estados populosos, como São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná, que conseguiram contornar parte do problema. Ao se debruçar sobre a situação de cada região, contudo, percebe-se melhor o caos vivido.

Entre 2005 e 2015, a taxa de homicídios piorou em 20 dos 26 estados. Em alguns casos, de forma gritante. A população do Amazonas, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Goiás viu os próprios índices dobrarem. Outras regiões prósperas, como Rio Grande do Sul e Santa Catarina, enfrentaram um crescimento na casa dos 70%. A realidade é insana.

O petismo sempre se livrou da encrenca empurrando a culpa para os governadores, uma vez que o orçamento da segurança pública é destinado a estes. Mas resta evidente que, pela ação de grupos como PCC e Comando Vermelho, o drama é federal. Tanto que o ministro da Justiça do governo Temer não abandona a causa.

O estouro do Mensalão se deu em 2005. A reeleição de Dilma Rousseff proporcionou a ela um segundo mandato em 2015. Nesse intervalo, o Brasil foi drenado pela corrupção. Não tinha como dar certo. E o resultado são os 60 mil assassinatos que flagelam principalmente os mais pobres.

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