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Esquerdistas querem “salvar” as crianças das propagandas comerciais, mas não das ideológicas

Para um militante de esquerda, é errado um canal de televisão exibir propaganda de produto para as crianças, mas é corretíssimo que um professor use a sala de aula para divulgar uma ideologia genocida.

A cabeça do esquerdista funciona assim (aliás, desde já pedindo perdão pelo uso do verbo “funcionar”, pois no geral não é o que acontece): os empresários são maus, são crápulas, são uns desgraçados; mas os ditadores socialistas, mesmo genocidas reconhecidos, são todos mal compreendidos e apenas buscavam o bem de seu povo. Não por acaso, chegam a sair às ruas para defendê-los e a seus sistemas que matavam milhões.

E, também não por acaso, são contrários a toda e qualquer política que impeça professores de fazer propaganda ideológica em sala de aula. O “Escola sem Partido” é hoje um dos pontos centrais da guerra de comunicação socialista no país. A parte boa é que eles já a perderam; a parte ruim, como em tudo, é que não podemos e nem devemos recuar.

Mas é preciso deixar clara uma aparente contradição, que na verdade tão-somente CONFIRMA o pensamento (de novo, desculpas etc.) dessa turma. O ódio às empresas e o amor às ditaduras vermelhas faz com que sejam a favor da lavagem cerebral nas escolas e contrários a qualquer propaganda comercial feita ao público infantil.

Uma das teses anti-Escola sem Partido diz que as crianças não são idiotas e, por conta disso, elas saberiam muito bem perceber quando o professor estiver de proselitismo político no meio da sala de aula. É mole? Além do grau de sofisticação hermenêutica que conferem aos pequenos, ainda desconsideram o fato de que o propagandista ideológico também tem a prerrogativa de elaborar provas e estabelecer a correção das questões.

Daí, quando se trata de propaganda de empresas, tudo muda. Tudo.

As crianças passam a ser VÍTIMAS. Sim, os mesmos petizes que conseguem saber as minúcias do socialismo gramsciano, identificando discurso ideológico em sala de aula, são aqueles que não sabem que uma propaganda de carrinho é só mesmo um anúncio e não algo literal (recentemente, suspenderam uma dessas porque passava “valores ruins” diante do estímulo às altas velocidades).

Como sempre, a esquerda está errada por completo (a eles não basta o erro parcial, é preciso que o equívoco seja total). Em suma: a sala de aula NÃO é local adequado para qualquer divulgação de natureza ideológica; ao msmo tempo, sim, a TV é local correto para anúncios de produtos. E isso sem nem arranhar o aspecto (i)lógico de colocar num mesmo patamar a divulgação positiva de um sistema genocida e o anúncio de um carrinho de ferro.

Mas é isso. Não recuemos. Mantenhamo-nos a postos em defesa do Escola sem Partido – seja do Projeto de Lei, seja como princípio. E estejamos também atentos às tentativas esquerdizantes de limitar ainda mais as já poucas liberdades das empresas em suas comunicações.

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