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Esquerdistas vandalizam faculdade para impedir evento com jornalista imigrante e homossexual

Sim, foi isso que aconteceu.

Por aqui, as manchetes saíram de outro jeito – como já explicamos. Mas o título desse post foi o que de fato aconteceu: um grupo de esquerdistas praticou atos de vandalismo e terrorismo para impedir um evento numa universidade. Motivo: a presença do jornalista Milo Yiannopoulos, que é grego e tem nacionalidade britânica. Mais ainda: ele é gay.

Claro que sua orientação sexual não faz a menor diferença, mas alguém tem alguma dúvida de que, se fossem estudantes de direita, isso não estaria nas manchetes? E também o fato de ser imigrante? Claro que sim. E chamariam “especialistas”, trariam gente para falar do aumento da xenofobia, dos riscos da homofobia etc.

Não fizeram nada disso porque Milo é de direita. Na verdade, fizeram pior: salvo exceções raras, o noticiário (infelizmente também a cobertura feita pela mídia brasileira) levava a crer que radical e extremista seria o pessoal do evento, não a turminha boa-praça quebrando tudo e ateando fogo nas coisas.

Sem contar a imbecilidade generalizada (de quase toda a grande imprensa) de sempre classificar qualquer conservador como EXTREMA-DIREITA e chamar terrorismo (isso que houve em Berkeley foi terrorismo, não há outro nome) de “manifestação”. É bizarro, já quase patológico.

A parte boa é que a grande maioria já se deu conta do truque e ele fica cada vez mais inócuo; na verdade, já se tornou um fator a mais para fazer despencar a já abatida força de alguns veículos. Basta ver as reações nas redes.

E ainda falam em “fake news” e pós-verdade…

Fonte: Fox News

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